O Pastor, a pessoa chave para missões na igreja local – Série Missiologia – Por Pastor Luiz Antonio.

O PastorSe você tem acompanhado nossas publicações na série missiologia já deve ter percebido que elas perseguem o objetivo de fazer com que você saiba o que há de mais relevante sobre missões no mundo!

Pretendemos uma missiologia completa para que você fique por dentro das principais necessidades no campo missionário.

Hoje vamos falar especificamente sobre o papel do pastor local em relação a evangelismo e missões.

Ele é a pessoa chave para o envolvimento da igreja local com evangelismo e missões, porque é a ele quem os membros ouvirão e seguirão. Então cabe ao Pastor local despertar, incentivar e levar a igreja a se envolver com a obra missionária.

Se não houver o apoio total e irrestrito do pastor local, qualquer tentativa por parte dos membros ou ministério para envolver a igreja local com missões não terá o sucesso desejado.

O Pastor OSWALD SMITH falou uma frase dura, mas real: “O maior obstáculo para as missões são os pastores”. Ele disse isso por experiência própria!

Se “a tarefa suprema da Igreja é a evangelização do mundo”, e “Se Deus quer a evangelização do mundo, mas por algum motivo o pastor local se recusa a apoiar, fazer ou a sustentar missões, então há uma oposição à vontade de Deus”!

Se o seu pastor ainda não tem visão missionária, compartilhe com ele os vídeos do nosso canal. Presentei ele com livros que falem de missões como os do Pr. Osvald Smith, O Fator Melquisedeque de Don Richardson e ore para que o Espírito Santo fale ao seu coração e o inunde de paixão pelas almas.

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SELEÇÃO DOS VOCACIONADOS – Série Missiologia – Por Pastor Luiz Antonio


SELEÇÃO DOS VOCACIONADOS 

A SELEÇÃO DOS VOCACIONADOSA missão começa na nossa vida quando nós experimentamos uma intimidade autêntica com Deus, quando vivemos uma experiência viva com Ele, que nos leva a compreender seu amor, sua graça e sua bondade, como ocorreu com o Profeta Isaías no capítulo 6 do seu livro. Buscar uma experiência viva e autêntica com Deus não é uma tarefa fácil, mas precisamos buscá-la.

Vocação é a tendência natural para algo. Ela exige boa índole, gosto, interesse e predisposição do vocacionado.

Pode ser desenvolvida, mas a pessoa sofrerá menos se sua aptidão for natural. Nesse caso o vocacionado nato notará seus talentos, habilidades, capacidades e jeito para coisa desde muito cedo.

E vocação pode ser ainda uma predestinação, um chamado de Deus com um propósito para uma vida religiosa dedicada e produtiva. (Jeremias, Moisés, etc.)

“Não existe vocação sem renúncia!” (Pastor Luiz Antonio).

  • Mateus 16:24 (ARC) – Então, disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz e siga-me;
  • Lucas 9:23 (ARC) – E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me.
  • Marcos 8:34 (ARC) – E, chamando a si a multidão, com os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me.

A missão da igreja local em relação à obra missionária é orar e empreender todos os esforços para levar o Evangelho até os confins da terra, através de missionários enviados por esta igreja.

As agências missionárias são instituições que cooperam com a Igreja local no preparo dos missionários, mas a seleção e o envio cabem à Igreja Local.

Orar, dar assistência financeira, moral, emocional e espiritual ao missionário enviado é responsabilidade da igreja local.

A seleção dos vocacionados é tarefa da igreja local que conhece o candidato, sua vida, seu caráter, seu trabalho e até o seu relacionamento com outras pessoas e também com Deus. É ela que sabe se o candidato é realmente vocacionado.

O candidato para a obra missionária  não pode ser alguém apático em relação à evangelização, não pode ser alguém que pense que só deva se envolver com a evangelização e discipulado quando estiver no campo, pois se ele  não faz nada na igreja local, fará menos ainda no campo onde estará sozinho e onde as pressões espirituais serão maiores sobre sua vida.

Missão não pode ser vista como uma porta de escape para se livrar daquele crente problemático, nem daquela pessoa que vive dando problemas na igreja, ao contrário, estas pessoas devem permanecer na igreja local para serem tratadas espiritualmente. A obra missionária não deve servir como um reformatório ou casa de recuperação.

Para missões se envia o melhor!

1Na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores (διδάσκαλοι/didáscale), a saber: Barnabé, e Simeão, chamado Níger, e Lúcio, cireneu, e Manaém, que fora criado com Herodes, o tetrarca, e Saulo. 2E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado. 3Então, jejuando, e orando, e pondo sobre eles as mãos, os despediram. (Atos 13, 1-3).

Nota: A palavra grega (διδάσκαλοι/didáscale) significa literalmente professor. Do dicionário léxico (Grego/Hebraico) διδασκαλος / didáskalosprofessor.

No NT, alguém que ensina a respeito das coisas de Deus, e dos deveres do homem, alguém que é qualificado para ensinar, ou que pensa desta maneira, o termo pode se referir aos mestres da religião judaica, e àqueles que pelo seu poder como mestres atraem multidões, ex: João Batista, Jesus. Aqueles que, nas assembleias religiosas dos cristãos, encarregavam-se de ensinar, assistidos pelo Santo Espírito.

Devem ser enviados ao campo missionário àqueles que têm uma chamada genuína, e uma profunda paixão pelas almas perdidas, e aqueles a quem a Igreja Local considere os melhores, e que façam falta quando se ausentarem dela.

Foi isto o que o próprio Deus Pai fez, não enviou nenhum anjo, mas mandou o seu próprio Filho, ele nos enviou o melhor! E é assim que ele quer que a obra missionária seja realizada, com o melhor que tivermos!

O que é Missão? – Série Missiologia – Por Pastor Luiz Antonio

O que é Missão?

Missão pode ser vista a partir de quatro pontos de vista: o técnico, o missiológico, o bíblico e o prático.

O que é Missão web

Do ponto de Vista técnico, missão é a iniciativa destinada a propagar os princípios de uma religião entre povos de outra. A Missão Cristã se baseia na imitação do ministério de Jesus Cristo de “buscar e salvar o que se havia perdido” (Lucas 19:10), e no cumprimento do mandamento que ele deu aos seus Apóstolos para pregarem o Evangelho pelo mundo. (Mc 16:15; Mt 28:19 e 20).

Do ponto de Vista Missiológico é: 

  1. A busca de Deus por missionários dispostos (Isaías 6 – A quem enviarei).
  2. A obra do Espírito Santo vista em (Atos dos Apóstolos).
  3. A ordem de Jesus para ir “por todo o mundo” e pregar “o Evangelho a toda criatura”. (Marcos 16,15).
  4. É o dever da Igreja (Marcos 16,15 – Mateus 28, 19,20)!

 Do ponto de vista bíblico é o plano de Deus:

Deus sabia que o homem iria pecar e preparou, de antemão, um plano de salvação, sendo Ele mesmo o primeiro missionário indo em busca do homem caído (Adão onde estás? – Gênesis 3:9). O Evangelho é Deus buscando o homem” Stanley Jones[1].

No plano divino de salvação está o conteúdo da obra missionária, que é o anúncio do Evangelho ao mundo perdido.

Do ponto de Vista prático missão:

É a obediência à ordem de Jesus. Um dos maiores mandamentos de Jesus registrado nas Escrituras é a ordem de fazer missões (Mc 16:15; Mt 28:19 e 20).

Antes da sua ascensão, sua última ordem foi: “Ide por todo o mundo”. (Mc 16:15).

É a obra do Espírito Santo:

O propósito para o qual o Espírito Santo foi enviado é o de capacitar e dirigir a Igreja no avanço da obra missionária.

“Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra.” (At. 1,8).

47e, em seu nome, se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém. 48E dessas coisas sois vós testemunhas. 49E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder. (Lc 24:47-49).

Um olhar mesmo que superficial no contexto do Novo Testamento, principalmente nos Atos dos Apóstolos nos deixa perceber que qualquer movimento espiritual que se denomine avivamento e não visa o testemunho do nome de Jesus e a conquista de almas para Cristo é pura emoção, e não pode ser chamado avivamento. (At 1:8; 2:1-5,14; 4:5-12,31; 13:1-4).

É dever da Igreja:

Jesus não deixou a responsabilidade da evangelização do mundo a nenhuma instituição humana fora da EKKLESIA. A obra da evangelização não é tarefa de um grupo de evangelismo da igreja local, não é privilégio de poucos, é obrigação de todos! “Missão se faz com cada crente!” (Pastor Luiz Antonio).

É responsabilidade de cada cristão:                                                         

Jesus não privatizou a tarefa missionária, não foi dada a alguns dentro da sua Igreja (Mt 28: 19, 20), (Mc. 16, 15).

Cada cristão tem a responsabilidade de apoiar a obra missionária com oração, com contribuição, e evangelização. Lembrem-se do nosso Slogan “Missão se faz com cada Crente!” (Pastor Luiz Antonio).

[1] Eli Stanley Jones – foi um teólogo e missionário metodista. Eli Stanley Jones nasceu em Baltimore, Maryland, em 3 de janeiro de 1884 e faleceu aos 89 anos, em 25 de janeiro de 1973, na Índia.

O PAPEL DA IGREJA LOCAL NAS MISSÕES – SÉRIE MISSIOLOGIA – POR PASTOR LUIZ ANTONIO

 Hoje vamos falar sobre o PAPEL DA IGREJA LOCAL NAS MISSÕES, mas…O Papel da igreja local nas missões 2

ANTES VAMOS DEFINIR UMA IGREJA LOCAL

O Senhor Jesus disse em Mateus 16.18:

13E, chegando Jesus às partes de Cesareia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do Homem? 14E eles disseram: Uns, João Batista; outros, Elias, e outros, Jeremias ou um dos profetas. 15Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou? 16E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. 17E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue quem te revelou, mas meu Pai, que está nos céus. 18Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. (Mt. 16, 13-18). Outras referências – (Mc 8.27-33; Lc 9.18-22; Jo 6.66-69)

“…Edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. (Mt. 16, 18).

Neste texto, e em mais de cem referências para “Igreja” no Novo Testamento usa-se a palavra grega “ekklêsia”[1] que literalmente significa “chamados para fora”, e de representa todos os crentes remidos pelo sangue de Jesus, que são nascidos de novo, independentemente de suas denominações, diferenças geográficas, culturais, etc., é a Universal Igreja do Senhor Jesus Cristo.

No Novo Testamento a ideia prevalecente de “Igreja” (ekklêsia) na maioria das ocorrências é de uma comunidade local organizada, onde os salvos podem se reunir sistematicamente com o propósito de culto ao Senhor Jesus Cristo, proclamação do Evangelho e serviço social.

115 vezes a palavra ekklêsia (Igreja) aparece no Novo Testamento, aproximadamente 85 podem ser relacionadas a uma congregação local. Portanto a Igreja de Cristo, conquanto seja universal, é sempre representada numa igreja local, provida de um pastor, obreiros auxiliares, dons do Espírito Santo, etc..

Você pode ver o conceito de igreja local nas cartas de Paulo, e também no Apocalipse onde as sete cartas foram endereçadas às sete igrejas locais da Ásia Menor.

A igreja local é, portanto, o local onde você congrega, no bairro daquela cidade, naquele país! E esta igreja local foi encarregada por Jesus de evangelizar e fazer missões.

O PAPEL DA IGREJA LOCAL NAS MISSÕES

Jesus em suas últimas instruções aos seus discípulos, antes de sua ascensão, deu à sua Igreja representada ali, a ordem, e não uma sugestão, de evangelizar o mundo e fazer novos discípulos, Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo…” (Mt 28.19);

“Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra”. (At 1.8).

Seus discípulos deveriam proclamar o Evangelho a toda criatura: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”. (Mc 16.15).

Esta ordem não foi dada somente para a Igreja daquela época, ainda é um imperativo para a Igreja de hoje.

A missão da igreja local é cumprir o plano de Deus de reconciliar a humanidade consigo mesmo, através do Evangelho.

A evangelização é a apresentação inteligível, atrativa, significativa, propositada e persuasiva do Evangelho.

Jesus enviou a Igreja a evangelizar o mundo e tornar o Evangelho disponível a toda criatura. A ênfase do Novo Testamento é na proclamação verbal do Evangelho.

Mais de 140 vezes o Novo Testamento usa palavras que demonstram comunicação, tais como: DIÁGELLO, “anunciar”; KÁTAGGELLO, “anunciar, declarar, promulgar, fazer conhecido, proclamar publicamente; EVÂNGELIZO, “trazer boas notícias, anunciar boas novas”; e KERUSSO (Kírysso), “anunciar” ou “proclamar”; traz a ideia de ser um arauto[2], de oficiar como um arauto e de proclamar abertamente como um arauto algo que foi feito.

Sempre com sugestão de formalismo, gravidade, e com uma autoridade que deve ser escutada e obedecida.

O termo é usado para significar a proclamação pública do Evangelho e de assuntos que pertencem a ele; como exemplo:  a pregação de João Batista, de Jesus, dos apóstolos, e outros mestres cristãos.

A PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO É O PAPEL DA IGREJA LOCAL ATRAVÉS DE CADA MEMBRO CONVERTIDO.

A grande comissão enviada por Jesus deve alcançar cada pessoa individualmente, cada povo, tribo, língua e nação para compor a Igreja de Jesus.

A Igreja não deve negligenciar o seu papel, pois ainda há cerca de 2,5 bilhões de pessoas que nunca ouviram o nome de Jesus.

Esta multidão é equivalente a 15 vezes a população do Brasil, 140 vezes a população da cidade de São Paulo.

Há no mundo 1,2 bilhão de muçulmanos, 770 milhões de hindus, 360 milhões de budistas, e 2 bilhões de pessoas são consideradas cristãs. Destes quantos realmente são nascidos de novo?

Existem cerca de 190 nações politicamente organizadas no mundo; 12.500 grupos étnicos; 6.527 línguas das quais mais de 4.000 ainda não possuem Bíblias traduzidas.

De toda a população mundial existem 1,1 bilhão de pessoas que são analfabetas, e somente serão salvas se ouvirem e crerem no Evangelho de Jesus.

Também ainda é muito grande o número de pessoas que ignoram estes dados e é muito pequeno o número de pregadores que conhecem e falam sobre estes assuntos.

Grandes Congressos intitulados “missionários” acontecem todo ano no Brasil e não vemos pregadores discorrerem especificamente sobre missões, porque?

Primeiro, porque Satanás impede muitos de falar sobre este assunto.

Segundo, porquê de fato seus corações não estão voltados para missões.

Missões locais e transculturais são o assunto principal da Bíblia, Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” (Mat. 28,19,20).

Vamos falar de Jesus até que ELE venha e para que ninguém pereça!

[1] εκκλησια ekklesia – reunião de cidadãos chamados para fora de seus lares para algum lugar público, para formar uma assembleia com o fim de deliberar. Qualquer ajuntamento ou multidão de homens reunidos por acaso, tumultuosamente ou num sentido cristão. Teologicamente é a totalidade dos cristãos dispersos por todo o mundo. Assembleia de Cristãos reunidos para adorar em um encontro religioso. Grupo de cristãos, ou daqueles que, na esperança da salvação eterna em Jesus Cristo, observa seus próprios ritos religiosos, mantêm seus próprios encontros espirituais, e administram seus próprios assuntos.

Aqueles que em qualquer lugar, numa cidade, vila, etc., constituem um grupo e estão unidos em um só corpo. Os cristãos fieis já falecidos e recebidos no céu também são Igreja.

[2] Arauto – oficial das monarquias medievais encarregado de proclamações solenes, do anúncio de guerra ou paz e de informar os principais sucessos nas batalhas. Aquele que, por meio de pregão, tornava pública uma notícia.

Adotando um “Povo Não-Alcançado” – Série Missiologia – Pastor Luiz Antonio.

O que significa “adotar” um povo?

Quando Uma igreja local aceita o desafio de adotar um “Povo Não-Alcançado”, ela deverá entrar em um período de oração por esse propósito, um missionário deverá ser treinado na igreja local se ela tiver capacidade pra isso ou numa junta missionária. Quando estiver pronto o missionário será enviado a este povo e permanecerá lá até a implantação de uma congregação. Adotando um Povo Não-Alcançado

O que é comum de se ver nas congregações é o processo de adoção de missionários, mas raríssimas vezes adoção de povos, principalmente os “não-alcançados”. Este é outro nível de envolvimento com missões transculturais.

O Processo

Durante o processo de adoção até sua consolidação, a “igreja adotante” ficará “conhecendo” o “povo adotado”, por vídeos, fotos e outros meios, deixando que esse povo ocupe espaço em seu coração e mente. Cada membro da igreja adotante se ligará a esse povo pela intercessão e súplicas diárias.

Que povo adotar?

As opções são inúmeras! Somente na “Janela 10/40” há 3,7 bilhões de pessoas em 61 países. Na “Janela Verde” 2.200 povos tribais não-alcançados, então a dificuldade não é quem adotar, mas como adotar, quem enviar, como sustentar o missionário enviado, etc.

Por que adotar um povo?

  1. Porque eles nunca ouviram as Boas Novas de salvação.
  2. Porque estes povos não têm conhecimento da salvação em Cristo para dar resposta positiva ao Evangelho.
  3. Porque eles não possuem igrejas, nem templos, nem congregações locais.
  4. Porque eles não possuem a Bíblia traduzida em sua língua.

Como conscientizar a igreja local sobre a importância de adotar um “Povo Não-Alcançado”?

É aí que entra o trabalho do departamento missionário da igreja local; caso não haja um na sua igreja deverá ser criado! (Vamos fazer vídeos sobre esse assunto).

O departamento missionário da igreja local deverá insistir na conscientização dos membros sobre qual é a missão primordial da Igreja de Jesus! Qual é o alvo da Igreja? E é essencial que a igreja saiba qual é o seu propósito na Terra. Para que ela existe? Etc..

Jesus declarou o que ele quer que sua Igreja faça: Discípulos de todas as nações (Mt 28:18-20).   Existem mais de 7 milhões de congregações em todo o mundo. A proporção é de 875 igrejas para cada povo não-alcançado. A igreja precisa identificar, adotar e alcançar estes povos. Esta é a sua tarefa!

Qual é a estratégia?

O mundo é grande demais para ser alcançado por uma denominação ou agência missionária. Uma denominação não poderá alcançar 8 mil Povos Não-Alcançados, mas a Igreja poderá! Foi por isso que Jesus mandou toda a Igreja,

Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16,15).

18 E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. 19 Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; 20 ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém! (Mat. 28, 18-20).

Há perguntas que precisamos fazer:

  1. Qual é o povo que trabalharemos para alcançar?
  2. Em que continente ele está?
  3. Ele é um grupo étnico de que país?
  4. Como se chama?
  5. Como é esse povo?
  6. Quais são seus costumes, sua cultura, seus valores, suas crenças?
  7. Quem deve alcançá-lo? É alguém de nossa igreja, ou vamos adotar um missionário com chamada específica para esse povo?
  8. Como ele pode ser alcançado? Criando empregos para a comunidade, cavando um poço, provendo uma escola para alfabetização, ensinando confeccionar utilidades rentáveis para mulheres (crochê, tricô, bordado…).

Eu não sei estratégia Deus dará à sua igreja local, mas sei que dará, e se você crer, tudo é possível ao que crê!

Janela 4/14 -Série Missiologia – Por Pastor Luiz Antonio.

Janela 4 to14Deus está nos chamando para mudar radicalmente a maneira como vemos os jovens e crianças, eles têm importância estratégica e um lugar legítimo em Seu Reino. O Movimento da Janela 4/14 vê as crianças e jovens como mais do que um campo missionário a ser alcançado. Eles também são uma poderosa força missionária e podem trazer mudanças significativas em nosso mundo hoje.

Tem sido uma jornada incrível para o movimento de evangelização mundial desde quando o Dr. Luis Bush cunhou o termo “JANELA 10/40 em 1989. Em 2008 ele novamente desafiou a igreja a alcançar o maior “grupo de pessoas não alcançadas” do mundo, que está escondido em todas as nações da Janela 10/40. Entre os PNAS está escondido o grupo “Janela 4/14”, jovens (de 4 a 14 anos), que precisam ser alcançados para Cristo.

A Janela 4/14 é um termo evangelístico que denomina a “Ação da Igreja” para evangelizar todas as crianças e adolescentes do MUNDO que têm entre 4 e 14 anos. Ela não possui um formato geográfico como a “10/40”, “A Brasileira” e “A Verde”. Ela é uma “janela de oportunidades” que se abre diante de mim e de você para evangelizarmos crianças e adolescentes entre 4/14 anos de idade.

Estima-se que 30% das pessoas do mundo (algo em torno de 2 BILHÕES DE PESSOAS) estão nesta faixa etária, e A MAIORIA NUNCA ouviu falar do Evangelho!

O projeto Janela 4/14 visa transformar o mundo com o Evangelho de Jesus Cristo atuando junto a jovens e crianças entre 4 e 14 anos.

É comprovado que 86% dos que aceitam a salvação do Senhor Jesus, tomam esta importante decisão até os 14 anos; 10% decidiram entre 15 e 30 anos e 4% após os 30 anos de idade. (fonte: site APEC).

“Assim também não é vontade de vosso Pai, que está nos céus, que um destes pequeninos se perca.” (Mateus 18.14).

“Jesus, porém, vendo isso, indignou-se e disse-lhes: Deixai vir os pequeninos a mim e não os impeçais, porque dos tais é o Reino de Deus.” (Marcos 10.14)

O projeto Janela 4/14 pode ser desenvolvido em locais como:

  • Nas casas (“tarde alegre” com as crianças da vizinhança)
  • Nas Praças (atividades recreativas e lúdicas, esportes, pinturas no rosto, etc.)
  • Nas Escolas (via Gideões – distribuição de Bíblias)
  • Na Igreja (EBD especial, reforço escolar, esportes, EBF)
  • Casas de apoio (visitação regular)
  • Hospitais infantis

DICAS:

  • Utilize adolescentes e jovens da própria igreja no evangelismo!
  • Seja simpático em suas abordagens, sorria sempre enquanto espalha a Palavra!
  • Lições e palavras bem simples.
  • As figuras e os fantoches que as crianças tanto gostam podem ser usados. (Mas o ROTEIRO deve sempre ser evangelístico visando a conversão).
  • Doação de Lanches (suco e pãezinhos simples), doces e etc. vão atrair esse público alvo.
  • Desenhos bíblicos e atividades (gratuito: http://www.EBDonline.com.br)
  • Incentive as próprias crianças da igreja a convidarem outras crianças!

VISÃO DA JANELA 4/14

O primeiro obstáculo a ser vencido (2009-2014) foi criar a conscientização sobre uma nova janela do maior grupo de pessoas não alcançadas: crianças.

O segundo obstáculo a ser vencido foi ir além da conscientização e começar a tarefa de equipar as igrejas locais para (enraizar, encorajar, equipar, apoiar) crianças e jovens na Palavra de Deus para que eles possam cumprir a Missio-Dei (Missão de Deus) de libertar outros (como parceiros em missão) e para fazerem discípulos em seus círculos de influência.

MISSÃO DA JANELA 4/14

O Movimento da Janela 4/14 procura envolver e formar parcerias com crianças e jovens para fazer discípulos de seus colegas, irmãos e comunidades.

O Movimento da Janela 4/14 procura fortalecer as igrejas e as famílias para alcançar, libertar, resgatar, criar raízes, em crianças e jovens para alcançar uma transformação completa sem suas vidas.

O Movimento da Janela 4/14 procura inspirar, o Corpo de Cristo em todos os lugares do globo para alcançar, resgatar e libertar crianças e jovens para discipularem suas gerações de maneira global.

VALORES FUNDAMENTAIS DO MOVIMENTO DA JANELA 4/14

Ter Mentalidade de Reino (voluntariado caracterizado por serviço, rigor e recursos).

Ser um Modelo Inspirado na Unidade.

Ser um Modelo para crianças e jovens.

Assumir riscos pelas crianças e jovens (com base na confiança e nas promessas divinas).

Desenvolver paixão pelas crianças e jovens.

ESTRATÉGIA CHAVE

A estratégia chave do Movimento Janela 4/14 é fortalecer a capacidade das igrejas locais para que elas possam inspirar, mobilizar e equipar outras igrejas dentro e fora dos seus campos – para priorizar, encorajar, apoiar, equipar crianças e jovens pra fazerem um discipulado holístico (global) de seus amigos e irmãos.

O Movimento da Janela 4/14 pretende inspirar o Corpo de Cristo em todos os lugares através de histórias de transformação de famílias, comunidades e da nação.

O Movimento também pretende disseminar histórias inspiradoras sobre o engajamento intergeracional, infantil e juvenil para criar um impacto na criação de discípulos.

O Movimento da Janela 4/14 pretende facilitar a mudança de paradigma entre os líderes. O Movimento da Janela 4/14 facilitará a plataforma de intercâmbio global de recursos “convidativa e acessível” para fornecer apoio e recursos efetivos ao movimento geral.

O Movimento da Janela 4/14 acredita e, portanto, se compromete com a oração como o motor do movimento.

Motivos para o Movimento Janela 4/14.

  1. As crianças são o maior grupo de pessoas não alcançadas e, no entanto, são o grupo de pessoas mais receptivas a toda forma de influência espiritual e de desenvolvimento.
  2. Existe uma grande falta de entendimento da Igreja em relação ao projeto de Deus para as crianças.

Jesus abençoa as crianças ((Mt 19.13-15; Lc 18.15-17)

13E traziam-lhe crianças para que lhes tocasse, mas os discípulos repreendiam aos que as traziam. 14Jesus, porém, vendo isso, indignou-se e disse-lhes: Deixai vir a mim os pequeninos e não os impeçais, porque dos tais é o Reino de Deus. 15Em verdade vos digo que qualquer que não receber o Reino de Deus como uma criança de maneira nenhuma entrará nele. 16E, tomando-as nos seus braços e impondo-lhes as mãos, as abençoou.

  1. As crianças, especialmente aquelas que vivem na pobreza, não têm voz de si mesmas (sem voz).
  2. As crianças e os jovens são o potencial inexplorado mais significativo nas igrejas locais e ainda assim eles (especialmente entre a idade de 11 a 18 anos) são a força missionária mais significativa nas missões.
  3. Crianças e jovens têm sido marginalizados na resposta da Igreja à grande comissão de fazer discípulos.
  4. A Igreja precisa aprender que quando perdemos as crianças, acabamos perdendo a Igreja, mas o contrário também é verdade, “se investirmos nas crianças estaremos investindo no futuro da Igreja.

Operação Auca – Série Missiologia

Pareceu uma tragédia no Equador!

Missionários Operação AucaHá sessenta anos, cinco missionários foram assassinados na selva do Equador numa numa engajada missão conhecida como “Operação Auca” [1]. Jim Elliot, Pete Fleming, Ed McCully, Nate Saint e Roger Youderian foram brutalmente assassinados com lanças, espancados com paus e facões por um pequeno grupo de índios Waodani (Aucas).

Não me atrevo a ficar em casa!

Jim Elliot soube da situação espiritual do povo Waodani no verão de 1950, quando um ex missionário do Equador o alertou para o “grande desafio dos terríveis Aucas”.

Após dez dias, Jim dedicou-se a orar e fixar seu olhar no Equador. Amigos bem-intencionados o incentivavam a reconsiderar a ideia e não ir. Talvez ele fosse mais adequado para o ministério nos Estados Unidos e para as necessidades evidentes que havia ali, diziam eles. Contudo, depois de estar convicto que era a vontade de Deus, ele não foi dissuadido: “Não me atrevo a ficar em casa enquanto os “Quéchuas” se perdem.

Como Jim se preparava para a dura missão de promover o Evangelho nas selvas do Equador, Ed McCully, um amigo de classe no Wheaton College, viu-se coagido a unir-se a ele. Ed escreveu uma carta convincente para Jim explicando a razão para mudar sua vocação médica e ser um dos pioneiros do Evangelho no Equador.

Na carta ele dizia: “Jim, tenho um só desejo agora, viver uma vida por Cristo e estou colocando toda minha força e energia nisso. Talvez o Senhor me envie a algum lugar onde ainda não se conhece o nome de Cristo”.

Três anos mais tarde, no Equador, só uns dias antes do voo final em território Auca, onde foram horrivelmente massacrados, Ed escreveu uma nota na margem de sua revista, dizendo simplesmente: “estou disposto a dar minha vida por um punhado de índios”. Uns dias mais tarde, foi o que ele fez.

Triunfo ou tragédia?

Pouco depois que o grupo de busca, dirigido pelo missionário Frank Drown, descobriu os corpos mutilados dos missionários, jornais de todo o mundo alardeavam coisas como: “Tragédia no Equador!”. “Cinco missionários assassinados!”. “Cinco vidas jovens desperdiçadas!”. Sem dúvida, este foi um evento desastroso na vida de cinco famílias que perderam seus esposos, pais e filhos. Mas será que estes assassinatos foram uma vitória para o inimigo e um revés para o Evangelho? Ou, pelo contrário, foi um trabalho meticuloso da Divina Providência, delineado para obter um avanço ainda maior, e global, do Evangelho e do nome de Jesus? Com o benefício de sessenta anos de reflexão histórica, o que permanece é o que sabemos; não foi tragédia, foi triunfo!

Impacto local

Algum tempo depois as esposas e filhos dos missionários assassinados regressaram aos Aucas e o Evangelho foi finalmente estabelecido em toda a região Waodani, incluindo, entre os convertidos, alguns dos que atravessaram os jovens com lanças.

Raquel Saint (irmã de Nate) investiu as décadas restantes de sua vida no ministério entre os Waodani e foi enterrada lá.

Steve Saint (filho de Nate) regressou quando era adulto e foi responsável pela transição da igreja Waodani (e sua cultura) para o século 21, em grande parte livre da dependência nociva do dinheiro e da mão de obra do ocidente.

Impacto global

A morte violenta e amplamente divulgada dos cinco homens, causou pânico entre as organizações missionárias. Temiam que a ameaça de perseguição e o martírio entre aqueles povos poderia afetar o recrutamento missionário. Pela graça de Deus, porém, esta mostrou ser uma preocupação injustificada.

Em vez de haver menos missionários, as agências missionárias foram inundadas com solicitações para o serviço missionário; só o Senhor sabe o número exato.

Um grande número de missionários ao longo dos anos 1960, 70, 80, 90 e até agora, tem testemunhado que a morte dos cinco no Equador foi o que Deus usou para motivá-los para a missão.

Quase três gerações de missionários, dezenas de milhares deles, têm sido enviados à colheita mundial de nações, motivados por este incidente.

Onde está a tragédia em tudo isso? Se Jim Elliot pudesse falar hoje, daria risada e diria: “que incrível sabedoria de Deus, que usou nossas mortes como resposta a suas melhores orações para os Waodani, para que eles pudessem conhecer a Cristo!”

Vencedores e não vítimas

O martírio do missionário não é um prejuízo para o avanço da Igreja. Ao contrário disso, a perseguição é um incentivo divino para a poderosa expansão do Evangelho.

No mesmo dia em que Estevão foi apedrejado até a morte, uma grande perseguição se desencadeou sobre a Igreja em Jerusalém, e isso fez com que o Evangelho chegasse a toda Judeia, Samaria e até os confins da Terra.

Ainda hoje em dia, os mártires do Evangelho de Deus sofrem, e por meio de sua agonia, o Evangelho é direcionado a lugares onde não chegaria de outra maneira.

Assim como os mártires do Apocalipse 6, os “Cinco do Equador” não devem ser considerados como vítimas derrotadas e sim como conquistadores vitoriosos com o Rei Jesus.

Honramos o heroísmo destes jovens pioneiros e louvamos a nosso grande Deus, que dá a alguns de seus seguidores o privilégio de serem mártires.

Como Jim Elliot escreveu, “não é tolo aquele que dá o que não pode reter para ganhar o que não pode perder”.


REFERÊNCIAS

[1] Elisabeth Elliot, Portales de Esplendor (Tyndale House Publishers, Inc. Carol Stream, IL, 1956), p. 7.
[2] Cf. Elliot, Portales de Esplendor, p. 7-8.
[3] A carta completa de Ed McCully está incluída nas notas finais de meu livro “Abandono Imprudente” (Embajador Internacional, Greenville, Carolina del Sur, 2011, 2013), p. 234-235.
[4] Atos 8: 1 – Atos 28:31
[5] Apocalipse 6: 9-11; Apocalipse 12: 10-12; Apocalipse 20: 4.

Fonte: http://www.toeverytribe.org


[1] Operação Auca – foi uma tentativa de cinco missionários evangélicos cristãos dos Estados Unidos para trazer o cristianismo para o povo Huaorani da floresta tropical do Equador. Os huaorani, também conhecidos pejorativamente como Aucas (uma modificação de awqa, a palavra quechua para “selvagens”), eram uma tribo isolada conhecida por sua violência, tanto contra seu próprio povo quanto contra estrangeiros que entravam em seu território.

A Janela Verde – Por Pastor Luiz Antonio Bel – Me. – Th.M

A Janela Verde
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Outro grande desafio para os missionários e missiólogos da atualidade, além da Janela 10/40 é alcançar os povos tribais que vivem em florestas tropicais.

Para isso pastor sul-coreano Joshua Chang criou o Ministério Janela Verde, juntamente com Steve Saint para reunir esforços e mobilizar a Igreja em todo o mundo para alcançar esses povos.

O pai de Steve, Nate Saint, piloto missionário com Jim Elliot, Ed McCoy, Pete Fleming e Roger Youderian foram mortos em 1955 quando tentavam evangelizar o povo Huaorani, no Equador, na ação conhecida como Operação Auca[1].

A inspiração para as ações do Ministério Janela Verde está em Mateus 24.14: “E este Evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim”.

“Já se passaram mais de dois mil anos e ainda há muito a fazer. Do jeito que estamos fazendo missões, não vamos conseguir alcançar esses povos. E se não terminamos essas tarefas, Jesus não volta. A tarefa é muito grande, mas se dividirmos a responsabilidade poderemos avançar rapidamente”. (Pr. Joshua Chang)

O que é Janela Verde?

A Janela Verde é uma faixa de terra que abrange a região tropical do planeta, entre os graus 23.5° de Latitude Norte e 23.5° graus de Latitude Sul a partir da linha do Equador, entre os Trópicos de Câncer (Norte) e Capricórnio (Sul).

Há cerca de 2.200 povos tribais não alcançados nesta Janela Verde, dos quais 200 a 250 estão nas Américas.

Os grupos étnicos que vivem na Janela Verde são identificados como UUPG, sigla em inglês para (Unreached and Unreached Peoples Group), Grupo de Povos não Engajados e não Alcançados, para os quais nenhuma igreja ou organização se responsabilizou em levar o Evangelho.

O recurso financeiro missionário dedicado à evangelização desse grupo de povos é muito pequeno.

Noventa por cento (90%) dos investimentos em missões vão para projetos onde já existem igrejas, 10% para povos não alcançados; e destes 10%, apenas 1% vai para o UUPG (Grupo de Povos não Engajados e não Alcançados).

A falta de apoio da Igreja é uma grande barreira para cumprir essa difícil tarefa missionária.

É possível que a falta de interesse e o pouco comprometimento se deva à pouca informação, e é por isso que estou publicando este artigo.

Meu desejo é que igrejas e organizações missionárias, denominacionais ou independentes, conheçam melhor a realidade dos povos tribais na “Janela Verde”, e busquem juntas alcançar esses Povos.

O acesso a essas pessoas é dificultado também por barreiras geográficas, culturais e por restrições governamentais.

Clamor indígena

O interesse do Pr. Chang pelos povos tribais nasceu em 2001, numa aldeia indígena do Brasil. Ele estava na Aldeia Buriti, do povo Terena, o primeiro no Brasil a receber o Evangelho, há 103 anos. Ele conversava com um líder dessa tribo e perguntou a ele qual era sua principal necessidade. A resposta foi impressionante: “o que nós precisamos mesmo é que nos ensinem a Palavra de Deus”.

Depois dessa experiência o Pr. Chang entendeu que Deus o estava chamando para atuar entre os índios da Amazônia e, juntamente com sua esposa, a senhora Zonghe Xu, seguiram em frente, trabalhando com o Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas. CONPLEI.

Em 2007 o Pr. Chang estava em um congresso indígena com lideranças do CONPLEI e muito se falava sobre a Janela 10/40. De novo, um líder indígena o levou a repensar sobre o que vinha fazendo na atuação missionária. O líder indígena lhe falou de seu desapontamento em ver as igrejas brasileiras enviando missionários para fora do país e se esquecendo dos povos indígenas do Brasil. Esse pensamento não saía da cabeça do Pr. Joshua Chang, que começou a pesquisar e encontrou pouca informação sobre os povos tribais no mundo.

Aos poucos, com muito esforço e dedicação o ministério Janela Verde foi sendo formado e em julho de 2012, em outro congresso do CONPLEI, foi lançada a visão da Janela Verde. O “Green Window Ministries” foi formado oficialmente em 2014, na Florida, Estados Unidos, quando recebeu registro oficial e foi reconhecido pelo governo.

O que fazer?

A estratégia para levar adiante a proposta da Janela Verde é conhecida como Modelo 3E: Engajar, Empoderar e Encorajar.

A forma preferencial para avançar é por meio de “um projeto autóctone” onde os indígenas já evangelizados trabalhariam com outras etnias, num movimento conhecido como terceira onda missionária.

A primeira onda foi a de estrangeiros evangelizando os nacionais, a segunda onda foi a de nacionais evangelizando os indígenas e a terceira onda é a dos indígenas evangelizando os próprios indígenas.

O presidente do CONPLEI, Henrique Terena, diz que: “sozinhos não podemos avançar. Precisamos que a primeira e a segunda onda estejam conosco”.

As principais necessidades estão na área financeira e de treinamento, para formar e capacitar líderes e missionários indígenas.

As perspectivas são boas, considerando o interesse crescente da juventude indígena. O CONPLEI tem mantido articulação com outras organizações indígenas da Ibero América e pretende unir forças também para o avanço da obra na Ásia e na África.

Uma necessidade que pode ser atendida por toda a Igreja é orar, ofertar e recrutar obreiros, encaminhando-os para treinamento e também enviá-los aos povos que ainda não conhecem Jesus.

(www.greenwindowministries.org)

[1] Operação Auca – foi uma tentativa de cinco missionários evangélicos cristãos dos Estados Unidos para trazer o cristianismo para o povo Huaorani da floresta tropical do Equador. Os huaorani, também conhecidos pejorativamente como Aucas (uma modificação de awqa, a palavra quechua para “selvagens”), eram uma tribo isolada conhecida por sua violência, tanto contra seu próprio povo quanto contra estrangeiros que entravam em seu território.

A Janela Brasileira – Série Missiologia – Por Pastor Luiz Antonio.

Oswald Jeffrey Smith (8 de novembro de 1889 – 25 de janeiro de 1986) foi pastor canadense, missionário e defensor de missões. Fundou a The People’s Church (A Igreja dos Povos) em Toronto em 1928. Ele disse: “A TAREFA SUPREMA DA IGREJA É A EVANGELIZAÇÃO DO MUNDO”. (OSWALD SMITH)

JAnela BrasileiraEsta região que missiológicamente chamamos de “Janela Brasileira”, é uma extensão dentro do Brasil, que engloba estados do Norte (Tocantins e parte do Pará), Centro Oeste (Goiás e Distrito Federal), Sudeste (Norte de Minas Gerais) e Nordeste do País.

Esta região é composta de aproximadamente 1.800.000 km² e mais ou menos 70.000.000 de habitantes.

Segundo o IBGE o número de Cristãos no Brasil é de 86,8%; católicos 64,6%; evangélicos 22,2%. Enquanto no restante do Brasil a porcentagem de Evangélicos é média de 22,2%, na região da Janela Brasileira é próximo a 8%, com agravantes nos estados do Piauí e Alagoas, onde a porcentagem é ainda menor.

Embora existam nesta região, cidades prósperas, a população sofre por falta de distribuição de renda, terra árida e seca, falta de saneamento básico e cuidados médicos precário, apresentando alto índice de mortalidade infantil. Nesta região falta educação, Saúde e emprego.

A fé do povo dessa região não direcionada a Jesus Cristo, único Salvador, e como o Catolicismo é muito forte nessa região, a hostilidade e a oposição ao Evangelho às vezes chegam ao extremo.

O que tem alarmado o meio missionário e missiológico é a proliferação das seitas heréticas, principalmente as apocalípticas nessa região.

Um grande esforço evangelístico tem sido feito na Janela brasileira através de missionários fixos e itinerantes, a região também está sendo saturada com literaturas como: cursos bíblicos, folhetos evangelísticos e apologéticos.

Precisamos de sua ajuda através de oração, contribuição financeira e disposição para “cumprir o Ide nessa região.

Segue abaixo a lista de Estados que fazem parte da Janela Brasileira de forma total ou parcial com a respectiva porcentagem de evangélicos. Dados de 2003:

  1. Pará:16,1%
  2. Maranhão: 8,1%
  3. Tocantins: 10,7%
  4. Piauí: 4,2%
  5. Bahia: 9,8%
  6. Minas Gerais: 10,8%
  7. Sergipe: 5,7%
  8. Alagoas: 4,8%
  9. Pernambuco: 8,9%
  10. Paraíba: 5,3%
  11. Rio Grande do Norte: 5,2%
  12. Ceará: 6,3%
  13. Goiás: 16,6%
  14. Distrito Federal: 12,9%.

Total: 13 Estados e o Distrito Federal.

A Janela 10/40 – Série Missiologia – Por Pastor Luiz Antonio.

Até hoje menos da metade da população mundial com suas etnias e idiomas foi confrontada com o Evangelho.

Assista o vídeo e compartilhe!

A maior parte da população mundial resistente ao Evangelho está na Janela 10/40, que é conhecida no meio missiológico como cinturão de resistência do Evangelho.

O termo “Janela 10/40” foi cunhado por Luis Bush diretor International da AD 2000 & Beyond Movement, e sua esposa Doris durante a 2ª Conferência de Lausanne, em Manila[1] (Filipinas), em julho de 1989.

Desde então, tem sido usado por Missiólogos e autoridades eclesiásticas no mundo.

A JANELA 10/40 é uma faixa da terra que se estende do Oeste da África, passa pelo Oriente Médio e vai até a Ásia. A partir da linha do equador, subindo forma um retângulo entre os graus 10 e 40. Esse retângulo é chamado JANELA 10/40.

A população da Janela 10/40 representa uma grande multidão de quase 4 bilhões de pessoas que ainda precisam ser alcançadas pelos esforços missionários do povo de Deus. 

A Janela 10/40 é a área de maior perseguição a cristãos no mundo, principalmente nos países comunistas e muçulmanos. Na Janela 10/40 vivem 97% das pessoas menos evangelizadas do mundo.

Essa área retangular se estende do oeste da África até a Ásia, entre os paralelos 10 e 40 ao norte do Equador.

Há quase 2,7 bilhões de muçulmanos, hindus e budistas vivendo nessa “janela” e em alguns países a Igreja foi quase que eliminada como resultado da opressão islâmica.

A população cristã lá é menor que 2%. Outra área crítica na Janela 10/40 é a China comunista. Pastores e evangelistas são detidos todos os dias nesses locais.

Igrejas nos lares são fechadas e seus líderes ameaçados.

Uma pessoa pode ser presa simplesmente por portarem uma Bíblia.

E, apesar do declínio do comunismo na Europa, a China ainda mantém uma posição ateísta inflexível, o que piora a situação da Igreja lá.

A média de Bíblia na China Comunista e de 1 para cada 140 igrejas, enquanto no Brasil é de 7 Bíblias por família.

Os países com as maiores populações não-cristãs são: China, Índia , Indonésia , Japão , Bangladesh , Paquistão, Turquia e Irã, todos na Janela 10/40.

A JANELA 10/40 é uma faixa da terra que se estende do Oeste da África, passa pelo Oriente Médio e vai até a Ásia. A partir da linha do equador, subindo forma um retângulo entre os graus 10 e 40. Esse retângulo é chamado JANELA 10/40.

Países que formam a Janela 10/40

ORIENTE MÉDIO – 21 PAÍSES
Arábia Saudita, Argélia, Catar, Egito, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Irã, Iraque, Israel, Palestina, Jordânia, Kuwait, Líbano, Líbia, Marrocos, Mauritânia, Omã, Síria, Sudão, Tunísia e Turquia.

ÁFRICA – 12 PAÍSES
Benin, Burkina, Cabo Verde, Chade, Djibuti, Etiópia, Gâmbia, Guiné, Guiné-Bissau, Mali, Níger e Senegal.

ÁSIA – 21 PAÍSES
Afeganistão, Bangladesh, Barein, Butão, Camboja, China, Coréia do Sul, Coréia do Norte, Filipinas, Índia, Japão, Laos, Malásia, Maldivas, Mongólia, Nepal, Paquistão, Sri Lanka, Tailândia, Taiwan e Vietnã.

EURÁSIA – 3 PAÍSES
Cazaquistão, Turcomênia e Tadjiquistão.

EUROPA – 4 PAÍSES
Albânia, Chipre, Gibraltar e Grécia.

[1] Manila é a capital das Filipinas e a segunda cidade do país em número de habitantes. A cidade está situada na costa oriental da baía de Manila, junto à desembocadura do rio Pasig, na ilha de Luzon. Ocupando uma área total de 38,3 km é a segunda cidade mais populosa das Filipinas, com mais de 1,6 milhões de habitantes.

OS 10 MAIORES PERSEGUIDORES A CRISTÃOS NO MUNDO – Série Missiologia

perseguição aos cristãosOS 10 MAIORES PERSEGUIDORES A CRISTÃOS NO MUNDO

Muitos Cristãos ao redor do mundo não têm direitos à liberdade e são vítimas de hostilidades: na sua individualidade, na família, na comunidade, na nação e na igreja.

Mais de 245 milhões de cristãos no mundo enfrentam algum tipo de oposição por causa da sua fé em Jesus Cristo.

E há um número de 50 países onde a perseguição é mais severa.

Os cristãos perseguidos:

  • não têm seus direitos de liberdade religiosa garantidos;
  • a conversão ao cristianismo é proibida e os cristãos sofrem ameaças vindas do governo ou de grupos extremistas;
  • são forçados a deixar suas casas ou empregos por medo da violência que pode alcançá-los;
  • são agredidos fisicamente e até mortos por causa da sua fé;
  • são presos, interrogados e, por diversas vezes, torturados por se recusarem a negar a Jesus.

 AS FONTES DA PERSEGUIÇÃO

As fontes de perseguição geralmente são pequenos grupos (radicais) dentro de um grupo maior, por exemplo, MUÇULMANOS, HINDUÍSTAS COMUNISTAS, cujo objetivo é maltratar os cristãos.

No Norte da Nigéria, por exemplo onde os cristãos sofrem perseguição por parte de muçulmanos a vida dos cristãos está cada vez mais difícil.

A perseguição aos cristãos vem por meio de 12 categorias distintas, sendo que uma delas está relacionada ao governo e as demais são relacionados à sociedade: oficiais do governo, líderes de grupos étnicos, líderes religiosos não cristãos, líderes religiosos cristãos, grupos religiosos violentos, grupos de pressão ideológica, cidadãos e quadrilhas, parentes dos cristãos, partidos políticos, grupos paramilitares, redes criminosas e organizações multilaterais.

Muitas vezes a perseguição não é explicitamente contra cristãos ou igrejas, mas os perseguidores focados em sua busca pelo poder as vezes veem a ideologia do cristianismo como inimiga.

A PERSEGUIÇÃO TEM TRÊS MOTIVAÇÕES FUNDAMENTAIS – A EXCLUSIVISTA, A SECULARISTA E A EXPLORATÓRIA.

 A MOTIVAÇÂO EXCLUSIVISTA está relacionada à convicção religiosa extremista. Neste caso quando o outro não pertence ao mesmo grupo religioso, é visto como inferior ou infiel. 

 A PERSEGUIÇÃO EXCLUSIVISTA: vem da opressão islâmica, o nacionalismo religioso, o antagonismo étnico e o protecionismo denominacional.

A MOTIVAÇÂO SECULARISTA (vem do comunismo e pós-comunismo.) exerce pressão severa sobre indivíduos ou grupos que não aderem à ideologia dominante que é sempre antirreligiosa ou cética em relação à religião.

A MOTIVAÇÂO EXPLORATÓRIA se refere à ganância de alguns grupos em obter o máximo de recursos possível para si mesmos e para o seu ambiente social, de forma legal ou ilegal.

O impulso exploratório se relaciona com dois tipos de perseguição: corrupção + crime organizado e regime ditatorial.

AS CINCO ESFERAS DA PERSEGUIÇÃO CONTRA OS CRISTÃOS – A INDIVIDUALIDADE – A FAMÍLIA – A COMUNIDADE – A NAÇÃO – A IGREJA.

MIDE

Lista da Perseguição aos cristãos no mundo

As cinco esferas da perseguição aos cristãos

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome”. (Mateus 24:9)

  1. PERSEGUIÇÃO CONTRA A INDIVIDUALIDADE DOS CRISTÃOS

A pessoa não é livre para escolher qual religião quer seguir; para orar a Deus dentro de casa ou em lugar público; para possuir um exemplar da Bíblia ou outros livros cristãos para uso pessoal etc.

  1. PERSEGUIÇÃO CONTRA A FAMÍLIA DOS CRISTÃOS

A perseguição que vem por meio de pais, irmãos, tios, avós, primos e outros.

O convertido é impedido de praticar sua fé, mesmo em casa e enfrenta problemas em assuntos civis como casamento, enterro de familiares, herança e outros.

  1. PERSEGUIÇÃO CONTRA A COMUNIDADE DOS CRISTÃOS

O cristão sofre pressão por meio de atitudes preconceituosas, regras de convivência, casamento forçado, dificuldade de acessar recursos públicos, sofre pressão para renunciar a fé, sofre discriminação no trabalho, intimações à delegacia, etc.

  1. PERSEGUIÇÃO CONTRA A NAÇÃO DOS CRISTÃOS

O cristão enfrenta oposição, pois não há leis que garantam liberdade de culto e prática da fé. Em países de “perseguição severa” é considerado crime pregar a Palavra e, em casos mais extremos, até a conversão ao cristianismo é considerada crime. O cristão enfrenta problemas para tirar o passaporte, sair do país, se reunir com outros cristãos, etc..

  1. PERSEGUIÇÃO CONTRA A IGREJA DOS CRISTÃOS

O cristão enfrenta dificuldades para realizar atividades como cultos, reuniões de oração, batismos, estudos bíblicos, entre outros. Ter acesso à Bíblia e a outros materiais cristãos é quase impossível. A opressão pode vir de todas as esferas: vizinhos, governo, polícia, família, etc..

Leia a Matéria completa clicando no link abaixo:

https://www.portasabertas.org.br/artigo/entenda-a-lista

YHWH, O Deus Imanente – O Maná de Hoje – Por Pastor Luiz Antonio

YHWH, O Deus Imanente

YHWH O Deus Imanente web
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1 Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. 2 Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite. 3 Sem linguagem, sem fala, ouvem-se as suas vozes 4 em toda a extensão da terra, e as suas palavras, até ao fim do mundo.                                                                                 ( Salmos 19 1,-4).

“IMANÊNCIA é capacidade que Deus tem de ser percebido em sua criação”. (Pastor Luiz Antonio). Nunca como parte dela, mas sempre como criador e sustentador.

IMANÊNCIA é a percepção do Absoluto no finito, é a percepção de (Deus) no universo criado, como diz o salmo: “Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos”. (Salmo 19,1).

Quando falamos da IMANÊNCIA DE DEUS não estamos dizendo que DEUS seja parte do universo, ou que ele de alguma maneira possa ser confundido com a criação. De fato, ele TRANSCENDE a criação, mas mesmo assim pode ser percebido nela como criador.

Ao dizer que Deus é imanente ao mundo não estou admitindo que Deus não seja transcendente. Deus pode ser intimamente percebido em sua criação, porém está infinitamente acima de suas criaturas e criações – (Transcendência).

Deus é imanente ao mundo, não porque a substância de Deus é inerente à substância das criaturas, mas porque o ser de Deus sustenta essencialmente os seres criados.

Se admitirmos que Deus seja parte do universo, ou que ele seja constitutivo da sua criação então estaremos pregando ou admitindo uma ideia Panteísta. O panteísmo é a crença de que absolutamente tudo e todos compõem um deus abrangente, ou que o Universo (ou a Natureza) e Deus são idênticos. Sendo assim, os panteístas não acreditam num deus pessoal e criador. A palavra é derivada do grego “pan” (que significa “tudo”) e “theos” (que significa “deus”).

TRANSCENDÊNCIA na filosofia representa o antônimo de imanência. Enquanto a IMANÊNCIA parece ligar Deus à criação, a transcendência denota a incompatibilidade de Deus com sua criação em termos qualitativos.

Na teologia, dizemos que Deus é transcendente à criação porque Ele está acima dela e não é limitado por ela. Como transcendente, Deus não está limitado pelo espaço e pelo tempo como suas criaturas do mundo natural. A transcendência de Deus tem relação direta com sua infinitude.

Ele é o Infinito, a causa do sem fim.

Ele é o eterno, a causa da eternidade.

Ele é o Onipresente, a causa do espaço ilimitado.

Ele é o Onipotente, a causa do poder.

Ele é o Onisciente, a causa da sabedoria.

Ele é o Ser Pessoal, a causa da personalidade.

Ele é o Ser moral, a causa da ética.

Ele é o Ser o espiritual, a causa da espiritualidade.

Ele é o Ser Teleios (perfeito), a causa da estética.

Ele é o Kadosh (Santo), a causa da retidão.

                                                                                             Por Pastor Luiz Antonio

A Terminologia de Missões – Série Missiologia – Por Pastor Luiz Antonio

MIDE
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A Terminologia de Missões

A tarefa da Igreja de Jesus Cristo na terra é pregar o evangelho a toda a criatura. A esta atividade, chamamos MISSÕES!Terminologas de Missões web

Provavelmente você já ouviu muitos pregadores falando sobre missões, e tem ouvido expressões como: missiólogos, missionários, obreiro autóctone, etnia, grupo etnolinguístico, povo, nação, povo não alcançado, janela 10×40, Mundo A, B e C, Evangelização E0, E1, E2, E3…

Todas estas expressões são comuns à teologia de missões, e é importante o conhecimento delas. Muitas destas terminologias vamos encontrar nas páginas das Escrituras, especialmente nos textos que se referem à chamada “Grande Comissão”, como por exemplo: Mateus 28.18-20; Marcos 16.15-16, Atos 1.8; Apocalipse 5.9 e 7.9, João 4.35.

É especialmente baseado nestes textos que tiramos os conceitos de missões sobre os quais formamos a nossa teologia e definimos nossas estratégias missionárias, no entanto podemos com certeza dizer que a Bíblia é um livro missionário do início ao fim, pois trata da ação de Deus no mundo por intermédio de Israel Seu povo escolhido, no Antigo Testamento e no Novo Testamento através da Igreja de Jesus Cristo.
O conhecimento dessas terminologias e seus respectivos conceitos pode ser importante para melhor compreensão da tarefa missionária da igreja e da denominação.

Certamente isso facilitará o melhor entendimento do discurso missionário ampliando a visão e contribuindo para a dinamização da ação missionária denominacional.

Abaixo segue uma lista de terminologias missiológicas com seus respectivos conceitos.

Termo Conceito
 

ACULTURAÇÃO

É o fenômeno ou conjunto de fenômenos no qual um indivíduo perde seus valores culturais que lhe são familiares, para adquiri-los em outra cultura.
OBREIRO AUTÓCTONE Obreiro Nativo – indivíduo natural da terra onde vive.
IGREJA AUTÓCTONE Diz-se da igreja estruturada dentro da sua própria cultura, sem observar as características da igreja a qual pertence o missionário que a estabeleceu.
 

COSTUMES

Normalmente, são práticas observadas e transmitidas de geração em geração. Costumes podem sofrer alterações através dos tempos e podem ser diferentes em países diferentes.
 

 

CULTURA

Cultura pode ser definida como o sistema integrado de padrões de comportamento aprendidos, ideias e produtos que caracterizam uma sociedade. Diz-se comumente de uma pessoa que tem cultura como sendo aquela que tem bom estudo, boa posição social, etc.. Mas não é esse o conceito missiológico.
 

 

 

 

ETNIA

É o aglomerado humano homogêneo, com uma vida social, material e psíquica formada em moldes idênticos. Uma etnia “é formada por um conjunto de características somáticas, linguísticas e culturais semelhantes”.           A diferença entre etnia e nação é que uma nação pode ser composta de várias etnias. Hoje na África se vê quão problemático é quando não se atenta para o fato da distinção que há entre nação e etnia. Pois inúmeros países sofrem com conflitos étnicos intermináveis.
 

 

 

 

 

 

EVANGELISMO E0, E1, E2, E3

Escala usada para medir a distância cultural que o missionário deve atravessar desde sua própria cultura para evangelizar e estabelecer igrejas.

E0 se refere à tarefa de ganhar para Cristo os filhos de crentes;

E1 quando se evangeliza cristãos nominais;

E2 quando se evangeliza gente de uma cultura parecida, mas não idêntica à do missionário; e

E3 quando o missionário deve evangelizar gente de uma cultura diferente da sua.

GRANDE COMISSÃO Textos bíblicos relacionados com o mandamento de Jesus aos seus discípulos, que mostram tanto a ênfase como o alcance da missão apostólica.
 

 

JANELA 10×40

Área do mundo localizada entre as latitudes 10 e 40 graus ao norte da linha do Equador que cobre o Norte da África, Oriente Médio e Ásia. A Janela 10×40 cobre a área menos evangelizada do mundo e também a mais pobre, e onde a maior parte dos governos se opõem ao cristianismo.
 

 

 

 

MISSIONÁRIO

O termo tem origem na palavra apóstolo, que quer dizer, enviado com a autoridade de quem envia.            O missionário seria a pessoa encarregada de plantar igrejas no mundo e estabelecer a doutrina. Modernamente chamamos missionário aquele que sai com uma missão especial a mando da igreja, seja ela para projetos de evangelização ou projetos sociais e educacionais, além das fronteiras da igreja local, especialmente no exterior.
 

 

MISSIÓLOGO

Pessoa especializada em missões. Se dedica a estudar as características dos povos, estratégias próprias para cada grupo humano, a antropologia missionária, as questões próprias dos missionários no campo, e os métodos de evangelização.
 

MUNDO A

No esquema dos três mundos que os missiólogos usam, refere-se ao mundo não-evangelizado, ou seja, toda a população que jamais ouviu falar de Jesus Cristo.
MUNDO B No esquema acima citado, dos três mundos, faz referência ao mundo evangelizado, mas não cristão.
 

MUNDO C

No mesmo esquema, significa o mundo “cristão”, ou seja, todos aqueles que se consideram cristãos (incluindo, obviamente, todos os nominais).
 

NAÇÃO

São entidades geopolíticas que são identificadas por suas fronteiras estabelecidas e governos mundialmente reconhecidos.
 

POVO

Agrupamento de indivíduos que têm entre si uma afinidade porque compartilham aspectos culturais comuns como: língua, religião, etnia, morada, profissão, classe ou casta social ou uma combinação destes fatores.
POVO ETNOLINGUISTICO É um grupo étnico ou racial, distinto de outros, que fala o mesmo idioma ou língua materna. Pode se encontrar vivendo dentro de um só país ou distribuído por vários.
POVO NÃO ALCANÇADO É um grupo humano onde não existe presença evangélica, que não dispõe de recursos humanos ou financeiros para alcançar o evangelho, dependendo por isso de esforço externo.

O termo Não Alcançado ou Não Evangelizado surgiu para definir um grupo de indivíduos no qual não há uma comunidade nativa de crentes (cristãos) capazes de evangeliza-lo. Muitos destes grupos não têm conhecimento de quem é Deus. Não conhecem a Jesus, seu filho e desconhecem a necessidade de salvação. Alguns destes grupos não tem sequer uma estrutura de linguagem escrita formada, não leem nem escrevem em seus próprios idiomas. Já outros possuem uma bem dividida estrutura social, dominam a escrita e possuem uma forte e milenar estrutura religiosa.

POVO NÃO EVANGELIZADO É um grupo humano que ainda que posam ter um conhecimento mínimo do evangelho ou de Deus, não tiveram a oportunidade real de responder a este evangelho.
 

POVO OCULTO

É um grupo humano (povo) que embora esteja no alcance geográfico da Igreja, está longe de sua “vista”, ou dos recursos que permitam à igreja evangelizá-lo, dependendo por isso de apoio transcultural.
RAÇA Conjunto de indivíduos que possuem tronco comum e características semelhantes, dentro da sua espécie, geração, casta, origem, estirpe. Em antropologia, é um conceito biológico em que as raças humanas agrupam-se segundo características de cor da pele, a cor e forma do cabelo, a configuração do crânio, os grupos sanguíneos etc.
TRIBO Grupo étnico unido pela língua, usos e tradições, que vive em comunidade sob um ou mais líderes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Situação Do Mundo Atual

Cristãos 2.000.000.000
Muçulmanos 1.240.500.000
Hindus 846.500.000
Budistas 370.000.000
Novas Religiões 104.000.000
Religiões Tribais 230.000.000
Ortodoxos 216.000.000
Sikhs 23.500.000
Judeus 15.000.000
Ateus 151.000.000
Sem Religião 770.000.000
Católicos Romanos 1.056.920.000
Católicos não Romanos 6.688.000
Pentecostais e Carismáticos 650.000.000
Protestantes 350.040.000
 

Obs: Dados aproximados com base em pesquisas: Internet / Global Evangelization Movement / E. Blitanica  / Lid. Mundiais.

 

Soteriologia Simplificada – Série Esboços de Pregação – Por Pastor Luiz Antonio

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  • Título: Soteriologia Simplificada
  • Tema: Salvação
  • Objetivo: Mostrar o plano da salvação em 10 passos

 

INTRODUÇÃO

 “Ao contrário do que muitos pensam a salvação é totalmente possível, é um plano de Deus, um projeto que já foi executado, e que se cumpre na vida dos que acreditam!” (Pastor Luiz Antonio).

 “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos. (Atos 4,12).

 

 DESENVOLVIMENTO

  1. A ENTRADA DO PECADOsoteriologia simplificada

REFLEXÃO – O que é o pecado?

“Pecado é qualquer carência de conformidade com a lei de Deus, ou transgressão de qualquer lei de Deus, dada como regra para a criatura racional”. (Apostila Ide & Ensinai 2º Semestre).

No hebraico e no grego originais da Bíblia o termo pecado é respectivamente: (em hebraico chatá; em grego hamártema – pecado, ação má). “Hamartia” significa “errar”, no sentido de errar ou não atingir um alvo, um ideal ou padrão. Em latim, o termo é vertido por peccáto.

FRASE DE EFEITO: A ideia que temos de pecado determina a nossa ideia de salvação, portanto, errar na doutrina do pecado, é errar também na salvação.

  • Como o pecado entrou no mundo?
  • “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.” (Romanos 5: 12)
  • Qual foi o resultado para a humanidade?
  • Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor. (Romanos 6: 23)
  • Quem resolve o problema do pecado?
  • Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos. (Romanos 5: 19).
  1. A SOLUÇÃO PARA O PECADO

Visto que o pecador perdido apartado de Deus jamais poderia salvar-se, Deus aproxima-se dele oferecendo a solução. (Um justo por um pecador). Atos 4,12.

  1. O SALVADOR

O Nome Jesus, (no hebraico Yeshua) significa salvador. Só ele poderia pagar a dívida do pecado, e o fez (Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. (Colossenses 2: 14)

  1. O PROCESSO

O processo da salvação é vicário, ou seja, de substituição.

E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão. (Hebreus 9: 22)

O pecador morrendo pelo pecador não resolveria, mas “O Santo” morrendo pelo pecador resolve tudo.

Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito; (I Pedro 3: 18).

  1. O QUE É SALVAÇÃO

É o processo no qual Cristo substitui o pecador na morte (vicariedade) mediante o arrependimento, salvando-o do inferno e perdoando os seus pecados.

A palavra salvação procede do hebraico “yeshuwah”, significando salvação, libertação, bem-estar, prosperidade e pricipalmente salvação (por Deus).  A raiz hebraica yashá`[1] e suas variações, (fora nomes próprios) aparecem mais de 350 vezes, no texto hebraico, significando salvação, mas em todas as instâncias, o contexto é livramento das mãos de inimigos e de situações perigosas ou angustiantes.

É um equivalente do grego sotéria. Porém no contexto do grego neotestamentário a palavra “sotéria” tem um alcance maior que o hebraico “y ̂eshuw ̀ah”, significando:

  • livramento, preservação, segurança, salvação
  • livramento da moléstia de inimigos
  • Em sentido ético, sotéria expressa a segurança que que o Salvador confere às almas.
  • É a salvação messiânica que todos os cristãos verdadeiros têm; se refere à salvação futura, engloba a soma de benefícios e bênçãos que os cristãos redimidos de todos os males desta vida gozarão após a volta visível de Cristo.

     6. POR QUE O HOMEM PRECISA SER SALVO

Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; (Rom. 3: 23)

Por que agora como pecador o homem está destinado à condenação e não pode salvar-se a si mesmo.

  1. DE QUE O HOMEM SERÁ SALVO?

(Do Inferno/Condenação Eterna)

  1. A SOTERIOLOGIA DAS RELIGIÕES

Cada religião oferece um tipo diferente de salvação e, portanto, possui sua própria soteriologia. Algumas dão ênfase ao relacionamento do homem com Deus, outras dão ênfase ao aprimoramento do conhecimento humano como forma de se obter a salvação (Ginósticas/filosóficas/espiritualistas, etc.). Não será possível a avaliação de todos os conceitos soteriológicos de todas as religiões por se tratar de um compêndio, portanto trataremos apenas dos conceitos de salvação dentro das religiões mais conhecidas.

  1. A RESTAURAÇÃO

Esta se dará através de um passo simples, porém difícil: O Arrependimento.

  • Mateus 4:17 – “Daí por diante passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus”.
  • Mateus 18:3 – “E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como meninos de modo nenhum entrareis no reino dos céus”.
  • Arrependimento – O verdadeiro arrependimento envolve a pessoa toda, todo o seu ser, toda a sua personalidade. Arrependimento não é apenas mudança de pensamento, é novo nascimento e mudança de vida.
  • João diz: “Em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus”. (João 3:3) “Nascer do novo” significa tornar-se “um novo ser, uma nova pessoa, uma nova personalidade”.

Através do novo nascimento o pecador sentirá mudar seu: 

  • Intelecto – a mudança no intelecto afetará a maneira de pensar em Deus, no pecado, e na relação com o próximo. Antes do arrependimento, o nosso pensamento estava voltado para as coisas materiais, agora está em coisas espirituais e eternas.
  • Sensibilidade – O prazer e a alegria deixam de ser meramente mundanos para se fixarem também nas coisas espirituais. No arrependimento o homem pensa e sente mais em relação a Deus do que em relação ao pecado.

No Salmo 51 Davi, chora por seus pecados, mas lamenta muito mais a sua infidelidade a Deus.

“Tem misericórdia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões segundo a multidão das tuas misericórdias. Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que mal aos teus olhos, para que sejas justificado quando falares e puro quando julgares”.

  • Volição – Antes do arrependimento o homem quer fazer a sua própria vontade, depois do arrependimento o homem passa a querer fazer a vontade de Deus.

 

Antes de experimentar a salvação o pecador precisará viver a conversão!

 Conversão – é o ato de abandonar o pecado, para seguir a Jesus. A conversão pode e deve repetir-se todas as vezes que o homem pecar e afastar-se de Deus, porque ela consiste no ato de abandonar o pecado e aproximar-se de Deus.

  1. A SALVAÇÃO

Se opera através de 3 elementos básicos encontrados na carta aos Romanos 3: 24-25

E são justificados gratuitamente pela sua Graça, pela redenção que há em Cristo Jesus. Deus o propôs para propiciação pela  no seu Sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos sob a tolerância de Deus”.

1o) A Graça – “Pois a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos os homens” (Tito 2:11). Graça significa, primeiramente, “favor”, ou “a disposição bondosa da parte de Deus”. (Favor não merecido) A graça de Deus aos pecadores revela-se no fato de que Ele mesmo pela expiação de Cristo pagou toda a pena do pecado. Por conseguinte, Ele pode justamente perdoar o pecado sem levar em conta os merecimentos ou não merecimentos. A graça manifesta-se independente das obras dos homens. A graça é a Fonte da Salvação.

2o) O Sangue – “O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (I João 1:7). Em virtude do sacrifício de Cristo no calvário, o crente é separado para Deus, seus pecados perdoados e sua alma purificada. O Sangue é a Base da Salvação.

3o) A Fé – “Pois é pela graça que sois salvos, por meio da Fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8). 

Pela fé o homem reconhece a necessidade de salvação, e pela mesma fé é ele levado a crer em Cristo Jesus. “Ora, sem Fé é impossível agradar a Deus, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6).   A Fé é o meio para a Salvação.

[1] Hebraico – ser liberado, ser salvo, ser libertado, ser salvo (em batalha), ser vitorioso, salvar, libertar, livrar de problemas morais.

Pastor Luiz Antonio Bel. Me. Th.M

Três humilhações de Cristo – Série Esboços de Pregação – Por Pastor Luiz Antonio

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TÍTULO – Três humilhações de Cristo.
TEMA – humilhação
OBJETIVO – Mostrar o que Cristo conseguiu para nós nesse processo.

INTRODUÇÃO:
8 Pelo que diz: Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro e deu dons aos homens. 9 Ora, isto — ele subiu — que é, senão que também, antes, tinha descido às partes mais baixas da terra? 10 Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para cumprir todas as coisas. (Efésios 4, 8-10).

Nota: Entre os versículos 8 e 9 está subentendida a morte de Cristo, pois ele morre antes de descer ao hades.

Três humilhações de Cristo
Da Divindade para a humanidade
Da vida para a morte
Da Terra para o sheol/hades

DESENVOLVIMENTO:
1ª HUMILHAÇÃO – desceu da divindade para a humanidade – Kenosis – Adam.

Hebreus 2:7 (ARC95) Tu o fizeste um pouco menor do que os anjos, de glória e de honra o coroaste e o constituíste sobre as obras de tuas mãos.
Hebreus 2:9 (ARC95) …vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos.
Salmos 8:5 (ARC95) …Contudo, pouco menor o fizeste do que os anjos e de glória e de honra o coroaste.
Nota: Então, o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos e o serviram. (Alguém que era Deus pleno, servido pelos anjos, passa a ser menor que os anjos; isso é humilhação). Mateus 4:11 (ARC95).

A ENCARNAÇÃO DE JESUS foi sua primeira humilhação, onde ele se despoja de sua divindade e se reveste de humanidade para nos salvar.
Esse processo se chama “Kenosis”. É o esvaziamento da vontade própria de uma pessoa para a aceitação do desejo divino.
A (KENÓSIS) é “A DOUTRINA DO ESVAZIAMENTO DE JESUS CRISTO” vista na passagem de (Filipenses 2: 5-9 podendo prolongar-se até o 11).

5 De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, 6 Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, 7 Mas esvaziou-se (ekenõsen/Kenosis), a si mesmo tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; 8 E, achado na forma de homem, HUMILHOU-SE a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. (FIL. 2: 5 – 7).

7 Coisas que Cristo fez na kenósis:
Esvaziou de seus atributos divinos; transcendência, onisciência, onipotência, onipresença.
Esvaziou-se da glória e esplendor divinos.
De criador tornou-se “semelhante as criaturas”.
De ilimitado (infinito em sabedoria, e poder), torna-se limitado.
Antes vivia em sua transcendência agora sujeita-se ao tempo e ao espaço.
Antes era o todo poderoso, agora torna-se um humilde servo como é retratado no Evangelho de Marcos.
Deixou a forma de Deus pré-existente igual ao Pai, humilhou-se a Si mesmo tomando a forma de servo.

2ª HUMILHAÇÃO – desceu da imortalidade para a mortalidade – enosh – morte vicária.
Na humilhação da sua morte está nossa vitória!
Em seu último momento Jesus afirmou: “Pai, nas Tuas mãos entrego o meu Espírito!”, e depois exclamou em voz alta: “Está consumado!” (Tetelestai!) (Lucas 23:46 e João 19:30).

3ª HUMILHAÇÃO – desceu para o sheol/hades – padecendo em nosso lugar.

“…Pois não deixarás a minha alma no SHEOL, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção”. Salmos 16,10 (ARC95).
“…Pois não deixarás a minha alma no HADES, nem permitirás que o teu Santo veja a corrupção”. Atos 2:27 (ARC95).

Em sua ressurreição Jesus Cristo:

Provou que era o Filho de Deus (Romanos 1.4).
Confirmou a verdade de tudo que Ele dissera (Mateus 28.6).
Tornou certa a ressurreição de todos (1 Coríntios 15.20-22).
Garantiu a certeza do juízo vindouro (At 17.31).
Deu certeza da nossa aceitação perante Deus (Romanos 4.25).
Deu poder para o serviço cristão (Efésios 1.19-22).
Deu garantia de ressurreição aos crentes (2 Coríntios 4.14).
Confirmou-se como Cabeça da Igreja (Efésios 1.19-22).
Garantiu-nos um Sumo Sacerdote misericordioso no céu (Hebreus 4.14-16).

CONCLUSÃO:
Com suas humilhações Cristo conseguiu pra nós a Salvação.

O retorno de Cristo ao céu revela:
O Fim do período da limitação a que se sujeitou. Atos 1,9-11
Sua Exaltação (Efésios 1.20-23; 1 Pe 3.22; Fl 2.9).
Início do ministério sumo sacerdotal de Jesus (Hebreus 4.14-16).
Preparação de um lugar para seu povo (João 14.2).

NOTA:

Kenosis  é um conceito na  teologia cristã  que trata do esvaziamento da vontade própria de uma pessoa para a aceitação do desejo divino. É um conceito encontrado no novo testamento como o esvaziamento de Jesus de seu próprio poder para se tornar dependente do poder de Deus e do Espírito Santo.

Na Cristologia (KENOSIS) é conhecida como “A DOUTRINA DO ESVAZIAMENTO DE JESUS CRISTO”. Esta doutrina tem como base escriturística a passagem de Filipenses (2:5-9 podendo prolongar-se até o 11).

5  De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, 6  Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, 7  Mas “esvaziou-se de si mesmo” (ekenõsen), tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; 8  E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. 9 Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu o nome que é sobre todo nome; Nesta passagem o Apóstolo iluminado pela pessoa do Espírito Santo em uma Revelação Divina explica que, Cristo se esvaziou de seus atributo divinos tais como; transcendência, onisciência, onipotência, onipresença, sua Glória e esplendor.    (Fl 2, 5-9).

Na Kenosis Ele que é o criador torna-se “semelhante a criatura”. Antes vivia em sua transcendência agora sujeita-se ao tempo e ao espaço. Antes era o todo poderoso, agora torna-se um humilde servo.

Na Kenosis Jesus, que sempre existiu em forma de Deus e igual a Deus, humilha-se a si mesmo tomando a forma de servo em lugar da pré-existente forma de Deus. O termo grego (ekenõsen) utilizado no texto de Fl 2.7 tem como tradução a palavra ‘esvaziou-se’, e a partir deste termo deu-se origem à doutrina “kenótica” que ensina que Cristo, na encarnação, deixou sua divindade, seus atributos intransferíveis e poder, para ser homem padecendo a morte vicária por amor da humanidade.

Por Pastor Luiz Antonio

Os Valentes de Davi – Série Esboços de Pregação – Por Pastor Luiz Antonio

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TÍTULO: Os Valentes de Davi. (II Samuel 23: 8-12).

TEMA: Valentia: Intrepidez, coragem, Força, vigor.

OBJETIVO: Destacar 3 desses valentes

 

Os Valentes de Davi
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INTRODUÇÃO – No hebraico nós temos 4 palavras para homem: Adam, Enosh, Geber e Ysh.

Adam no sentido de humanidade, 1,26. (“homem” foi feito de Adamah terra, “pó da terra”, “argila, barro”)

E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme à nossa semelhança

Vayomer Elohim – Naaseh ADAM betselemenu kidemutenu

Enosh no sentido de mortalidade. Salmos 8, 4

Que é o homem mortal para que te lembres dele? e o filho do homem, para que o visites?

Mah ENOSH ky tizekerenu – uven ADAM ky tifeqedenu

Ysh no sentido de masculinidade. 1ª Cor. 11,3 – Cabeça, homem da casa, marido da mulher, por isso que a mulher é Yshá porque do varão foi tomada.

“Mas quero que saibais que Cristo é a cabeça de todo varão, e o varão, a cabeça da mulher; e Deus, a cabeça de Cristo”.

Uretsony shetiheyu yodeym – sherosh kal YSH hamashiach – Verosh haisháh haISH – Verosh hamashiach hu haelohim

Geber no sentido de varonilidade, varão valoroso. Jz 6, 12

Então o anjo do SENHOR lhe apareceu, e lhe disse: O SENHOR é contigo, varão valoroso.

Vayerá Elayv Malach YHVH vayomer –  imecha GIBOR hechayl. (Chayl soldado)

A palavra que se refere aos valentes de Davi é Gever/Geber/Gibor: גְּבָרִים que se traduz: homem, varão, macho; herói, valente. Forte, valoroso, bravo, herói.

Davi tinha 37 Valentes – O valente é um homem diferente! Ele é Gibor – macho; herói, valente.

DESENVOLVIMENTO

OBJETIVO: Destacar 3 desses valentes na mensagem de hoje:

Josebe-Bassebete/Jasobeão, (Adino/Ornamento) – O Esnita se opôs a 800 homens e os matou!

Eleazar (Deus ajudou) – filho de Dodô feriu os filisteus até lhe cansar a mão e a espada lhe ficar pegada à mão!

Samá (desolação, horror, assombro) – filho de Agé defendeu a terra das lentilhas e feriu os filisteus.

(V 18-19) Abisai, irmão de Joabe, era chefe de trinta guerreiros. Com a sua lança, lutou sozinho contra trezentos homens e matou a todos.  Ele era o mais nobre dos trinta e era o primeiro deles.

(V 20-23) Benaía, filho de Jeoiada, da cidade de Cabzeel. Lutou contra dois (leões de Moabe/Guerreiros) e matou os dois.

Em um dia de neve, ele desceu a uma cova e matou um leão.

 Também lutou contra um gigante egípcio (3,20 M) que estava armado com uma lança e com o seu cajado, arrancou a lança da mão do egípcio e o matou com ela. Ele tinha uma posição de destaque entre “Os Trinta”. Davi o colocou como chefe da sua guarda pessoal.

(I Cr 20:1-2) Joabe, com seu exército, cercou, atacou e destruiu a cidade de Rabá. Joabe tirou a coroa do rei dos amonitas e levou-a para Davi. Esta coroa era de ouro e pesava aproximadamente trinta e quatro quilos, e nela havia uma pedra preciosa, que Davi tirou e colocou na sua própria coroa.

(V 4) Sibecai, (valente de Davi) da cidade de Husa, matou o gigante Sipai, e os filisteus foram derrotados.

(V 5) Em outra batalha contra os filisteus, Elanã, filho de Jair, lutou contra Lami, irmão do gigante Golias, cuja lança era enorme, e venceu a batalha matando o gigante. 

(V 6-7) Jônatas, filho de Siméia, (guerreiro valente de Davi), certa vez em batalha em Gate lutou contra um descendente dos antigos gigantes que tinha seis dedos em cada mão e em cada pé. Esse gigante desafiou os israelitas, e Jônatas o matou.

CONCLUSÃO: APLICAÇÃO PESSOAL

TRÊS INIMIGOS QUE OS VALENTES DEVEM VENCER NA TENTAÇÃO

  • Carne: O inimigo que nos enfraquece e nos destrói
  • Mundo: O inimigo que nos cega e nos rouba
  • Diabo: O inimigo que nos engana e nos mata

 TRÊS ÁREAS PARA A TENTAÇÃO QUE OS VALENTES DEVEM VENCER

  • Corpo: Quando as nossas necessidades têm mais valor que as de Deus
  • Alma: Quando os nossos anseios nos fazem perder o alvo (Cristo)
  • Espírito: Quando a nossa vida espiritual perde seu propósito.

TRÊS ISCAS QUE O DIABO COLOCA PARA OS VALENTES

  • Poder: Quando somos movidos pelo egoísmo
  • Honra: Quando somos cegos pelo orgulho (Conceito muito elevado que alguém faz de si mesmo; altivez, Amor-próprio exagerado)
  • Glória: Quando somos dominados pela soberba

 TRÊS FONTES PARA A TENTAÇÃO QUE OS VALENTES DEVEM ELIMINAR

  • A cobiça da carne: Quando a moral é perdida
  • A cobiça dos olhos: Quando a integridade é manchada
  • A soberba da Vida: Quando a justiça é corrompida

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Abraão – amigo de Deus – Série Esboços de Pregação. Por pastor Luiz Antonio.

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  • Título: Abraão – amigo de Deusabraão amigo de deus
  • Tema: Amizade
  • Objetivo: Mostrar o que é necessário para ser amigo de Deus.

INTRODUÇÃO:

Na minha introdução vou mostrar 3 registros que provam que Abraão era amigo de Deus.

  • Registro Histórico
  • II Crônicas 20, 7 – Porventura, ó nosso Deus, não lançaste fora os moradores desta terra de diante do teu povo Israel, e não a deste para sempre à descendência de Abraão, teu amigo?
  • Registro Profético
  • Isaías 41,8 – Porém tu, ó Israel, servo meu, tu Jacó, a quem elegi descendência de Abraão, meu amigo;
  • Registro Apostolar
  • Tiago 2,23 – E cumpriu-se a Escritura, que diz: E creu Abraão em Deus, e foi-lhe isso imputado como justiça, e foi chamado o amigo de Deus.

DESENVOLVIMENTO:

No desenvolvimento vou perseguir meu objetivo e mostrar em 4 tópicos o que é necessário para ser amigo de Deus.

OBEDIÊNCIA: João 15: 14 – Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.

CONFIANÇA: 12, 1-3 ORA, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. 2 E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. 3  E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra. Assim partiu Abrão como o SENHOR lhe tinha dito, e foi Ló com ele; e era Abrão da idade de setenta e cinco anos quando saiu de Harã. (Três exigências, sete promessas)

FIDELIDADE: (Qualidade daquele que cumpre aquilo a que se obriga)

17E disse o Senhor: Ocultarei eu a Abraão o que faço, 18 visto que Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e nele serão benditas todas as nações da terra? 19 Porque eu o tenho conhecido, que ele há de ordenar a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho do Senhor, para agirem com justiça e juízo; para que o Senhor faça vir sobre Abraão o que acerca dele tem falado. (Gen. 18, 17-19).

ENTREGA TOTAL:

Heb. 11, 8 – Pela fé Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia.

Gen. 22, 16 Por mim mesmo jurei, diz o SENHOR: Porquanto fizeste esta ação, e não me negaste o teu filho, o teu único filho, 17  Que deveras te abençoarei, e grandissimamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus, e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos; 18  E em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à minha voz.

       

       CONCLUSÂO:

Na conclusão você vai chamar a Igreja a imitar Abraão!

Tetelestai – Está consumado! Série Esboços de pregação.

tetelestai
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Está consumado – “Tetelestai!”

“E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. (Tetelestai!) E, inclinando a cabeça, entregou o espírito”. (João 19: 30)

Estas últimas palavras de Jesus encerram um projeto de Deus que esteve por 4.000 anos em execução! Teve início no Éden (quando do pecado), e teve cumprimento exatamente aqui neste momento na cruz! É o projeto da salvação.

Em seu último momento Jesus disse: “Pai, nas Tuas mãos entrego o meu Espírito!” e depois exclamou em voz alta:– “Está consumado!” (João 19:30).

Pago na totalidade

A palavra grega Tetelestai era usada como a primeira palavra num recibo tendo, portanto, o sentido de pago na totalidade. Quando um homem grego ia numa feira de escravos e via um escravo do qual gostava e não tinha dinheiro para comprá-lo a vista, ia pagando dia a dia o preço do escravo. Quando se completava o valor do preço do escravo o vendedor lhe dava uma nota na qual vinha escrito: Tetelestai – está pago, pago na totalidade.

Sentença cumprida

Durante o primeiro século, era prática comum pregar o documento de acusação de um preso na porta da sua cela. Os crimes de que era acusado e o castigo que lhe tinha sido imposto, eram descritos nesse documento. Depois de ter cumprido a sentença, o documento era retirado da porta, e cancelado pela aposição da palavra tetelestai – (sentença cumprida na totalidade). O documento era então entregue ao preso e ninguém mais podia acusá-lo dos mesmos crimes. Por ter cumprido toda a sentença, tinha pago na totalidade o preço das suas ofensas.

13 E, quando vós estáveis mortos nos pecados e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas, 14 havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. Colossenses 2: 13,14 (ARC)

A vitória está ganha

A palavra Tetelestai também era usada com relação a campanhas militares bem-sucedidas contra o inimigo. Quando um general regressava do campo de batalha e fazia marchar os seus prisioneiros de guerra pelas ruas de Roma, costumava proclamar a sua vitória gritando, Tetelestai/ A vitória está ganha!

Com esta proclamação fazia afirmação clara de que o inimigo havia sido vencido e que seu poder havia sido quebrado: Missão terminada! A vitória está ganha!

E sabem o que Jesus quis dizer com “Tetelestai”, contido em João 19, 30?

Ele quis dizer: “portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito. (Rom 8:1)”.

Vocês estão livres. Eu já paguei o preço, já sofri a pena em teu lugar, já venci o inimigo por você. Vocês não devem mais nada. Tetelestai: Está consumado.

E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. (João 19: 30)

Pastor Luiz Antonio.

 

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Rosh Hashaná – O Ano Novo Judaico

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O Ano Novo judaico é o Dia do Julgamento, quando se diz que D’us determina o destino de cada um para o ano que se inicia. A Parte principal do serviço de Rosh Hashaná é o toque do shofar que pretende despertar as pessoas para o arrependimento.

Rosh Hashaná é também o aniversário do universo, o dia em que D’us criou Adam e Eva, e é celebrado como o mais importante do ano judaico. Começa ao pôr do sol na véspera de 1º de Tishrei (9 de setembro de 2018) e termina após o anoitecer em 2 de Tishrei (11 de setembro de 2018).

As observâncias de Rosh Hashaná incluem acendimento de velas à noite, refeições festivas com doces durante a noite e o dia, serviços de prece que incluem o toque do shofar (chifre de carneiro) nas duas manhãs, e não fazer trabalho criativo.

 Datas do Shana Tova

O Shana Tova corresponde aos dois primeiros dias do sétimo mês do calendário hebraico. Dependendo do ano, o Shana Tova pode cair em setembro ou em outubro do calendário gregoriano. Em 2018, por ocasião do Ano Novo 5779 do calendário judeu, o Shana Tova será celebrado na segunda, 10 e na terça, 11 de setembro.

Origem do Shana Tova

Em sua tradução literal, Shana Tova significa “ano bom e doce”. Carregado com os melhores votos, se deseja Shana Tova no Rosh Hashana, o Ano Novo do calendário hebreu. Essa festa é celebrada durante os dois primeiros dias do mês de Tishrei e invoca uma ideia dupla.

De um lado é o dia do toque, onde se comemora a criação do mundo.

Do outro, é o dia do julgamento da humanidade, que marca o início de um período de dez dias de penitência.

O período penitencial do Rosh Hashana termina com o Yom Kippour, celebrado em 10 de Tishrei. (O Yom Kippour dia do Grande Perdão e também o dia mais santo do calendário judeu).

Esse é o dia de aniversário da criação do Adam (O primeiro homem), curiosamente não é o capítulo 1 do Gênesis que é lido nas sinagogas. Shana Tova revela, dessa forma, a única tradição rabínica em que os judeus celebram o episódio do julgamento da vida de Abraão.

De acordo com o Antigo Testamento (Torá), Deus submeteu Abraão a 10 testes para provar sua fé. Na última prova, Deus pediu que Abraão sacrificasse seu filho mais velho, Isaac, o que ele se preparava para cumprir. Mas de repente, um carneiro caiu do céu para substituir o filho, que seria poupado. É a fé inabalável ou a confiança profunda na intervenção divina que é comemorada.

Tradições do Shana Tova

As tâmaras, figos, abóboras ou mel fazem parte dos alimentos rituais dessa festa. Como eles simbolizam a doçura dos votos feitos para o novo ano, os judeus evitam os alimentos amargos ou azedos.

Se voce tem o chamado, nós temos o conhecimento!

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