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Archive for the ‘Apologética’ Category

NOSSO PRIMEIRO AMOR

O QUE É O “PRIMEIRO AMOR”?

O Senhor Jesus disse à igreja de Éfeso: “Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, sobre ti virei e moverei do seu lugar o teu castiçal, caso não te arrependas” (Ap 2.4-5).

Infelizmente, essa ameaça de Jesus logo se tornou realidade. A igreja de Éfeso, que se encontrava onde hoje é a Turquia, desapareceu e não há praticamente mais nada que a lembre. No lugar onde antes brilhava a luz do Evangelho por meio da igreja local de Éfeso hoje se proclama o islamismo. Onde antes havia o “candeeiro” da Palavra de Deus, hoje estão as mesquitas islâmicas.

A igreja tinha abandonado o primeiro amor, não voltou a ele e isso teve consequências desastrosas. Mas, afinal, o que é esse primeiro amor?

O primeiro amor pode até sofrer mudanças, mas não no sentido de diminuir repentinamente.

Na verdade, é perfeitamente normal que depois de alguns anos seguindo a Jesus, um filho de Deus não tenha mais o mesmo sentimento ou a mesma emoção do início de sua vida cristã com relação às coisas de Deus. Mas isso não significa necessariamente que agora ele ame menos a Jesus do que no início da conversão. Podemos estar no primeiro amor mesmo sem aquelas emoções que nos assaltavam a alma, sinônimo muitas vezes de imaturidade.

Em minha opinião, a expressão “primeiro amor” não se refere tanto à característica temporal, e, sim, muito mais à característica qualitativa, primeiro amor fala da importância que damos a Jesus em nossa vida e em nossos projetos. Para que o nosso amor seja considerado “primeiro Amor” o essencial é que Jesus ocupe o primeiro lugar em nossa vida, isto é, que ocupe a posição de principal e melhor.

Exemplo prático de primeiro amor: Quando um marido passa a colocar os esportes, a televisão seu hobby, seu carro, à frente de sua esposa, (mesmo que lhe seja fiel, que ainda goste muito dela, que não consiga mais imaginar sua vida sem ela e que ela continue cuidando dele o tempo todo), então ele estará dando provas de que abandonou o seu “primeiro amor” por ela. É assim também com relação à Cristo.

Quando a paixão que é aquele (Sentimento forte, movimento impetuoso da alma) e a devoção a Jesus diminuem, o primeiro amor por Ele já foi abandonado. Esse principal e melhor amor não pode ser substituído por perfeccionismo, nem por esforços e perseverança, nem evitando maus pensamentos e ações. Revelar o mal, trabalhar e sofrer para o Senhor também não resolve. Isso tudo é bom e necessário, afinal, o próprio Senhor reconhece que são atitudes elogiáveis (Ap 2.2-3); mas elas também podem partir de um hábito puramente mecânico, e ficar engessadas em formalismo e tradicionalismo, se não forem misturadas ao legítimo primeiro amor.

Deus quer nosso amor inteiro e completo, sem dividi-lo com ninguém. Nosso espírito, nosso coração e nossa alma pertencem somente a Ele. O Senhor não quer somente a honra, mas toda a devoção dos que se voltam para Ele em amor. E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento (Mt 22.37).

Em muitas igrejas tudo corre conforme os padrões bíblicos, e não há nada que se possa dizer contra elas. Ainda assim, falta o primeiro amor ao Senhor, pois a vida estruturada da igreja assumiu o lugar de Jesus Cristo. O Senhor Jesus sempre deve estar em primeiro lugar. Esse primeiro amor a Ele é que deve impulsionar o que fazemos por Ele, e não o contrário. Penso que era isso que Jesus estava querendo dizer aos cristãos da igreja em Éfeso: para eles, agir em nome do Senhor vinha antes, e o amor profundo a Jesus estava só em segundo lugar; a rotina descompromissada tinha passado acima da vida espiritual.

Um exemplo de primeiro amor por Jesus: Lemos em Lucas 10.38-42: E aconteceu que, indo eles de caminho, entrou Jesus numa aldeia; e certa mulher, por nome Marta, o recebeu em sua casa;

E tinha esta uma irmã chamada Maria, a qual, assentando-se também aos pés de Jesus, ouvia a sua palavra.

Marta, porém, andava distraída em muitos serviços; e, aproximando-se, disse: Senhor, não se te dá de que minha irmã me deixe servir só? Dize-lhe que me ajude.

“E respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; E Maria escolheu a melhor parte, a qual não lhe será tirada.”

Marta empenhou tudo para que Jesus fosse recebido dignamente com a melhor comida e bebida, e com certeza não fez isso sem amor. Mesmo assim, o Senhor precisou adverti-la; mas sua irmã Maria foi elogiada pelo Mestre. Devemos fazer uma coisa sem deixar a outra de lado, nossas prioridades devem estar na ordem certa. Esse acontecimento mostra que Maria escolheu a atitude melhor, o que nos dá um exemplo do “primeiro amor” a Jesus. Importa primeiro sentar aos Seus pés, ouvir a Sua palavra e reconhecer a Sua vontade. Esse primeiro amor ao Filho de Deus não existe sem que a Sua vontade seja feita. Mais tarde, a mesma Maria derramou o unguento precioso sobre os pés de Jesus. João 12.3 nos relata essa ação: “Então, Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, mui precioso, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos; e encheu-se toda a casa com o perfume do bálsamo”. Maria “escolheu a boa parte”, a melhor, a superior, “e esta não lhe será tirada”.

Que contraste com as palavras de Jesus: “Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor”. O primeiro amor havia sumido e por isso a igreja de Éfeso corria perigo de perder sua luminosidade. No exemplo acima, quem você acha que brilha mais? Marta ou Maria? Não adianta servir Jesus como Marta e não dar atenção! Maria era toda ouvidos para as palavras de Jesus.

A visita de Jesus à casa de Maria e Marta e o ato de amor de Maria mostram claramente a importância que o Senhor dá à dedicação completa de todo o nosso amor a Ele, ao nosso viver com Ele e a partir dEle e ao serviço devotado que brota dessa ligação vital. O princípio é este: primeiro amor profundo a Jesus e só então serviço em Seu favor.

Em outras palavras: Ele precisa ser o primeiro em nossas vidas. O Senhor Jesus expressou dessa forma radical a seriedade absoluta com que encara esse primeiro amor a Ele: “Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim” (Mt 10.37).

A palavra grega para “primeiro” é “protos”, que se refere menos à importância cronológica e mais à importância qualitativa. ASSIM, O “PRIMEIRO” AMOR É O “MELHOR” AMOR.

Por derivação “protos” é “lugar de honra”, “líder”, “ser o primeiro” ou “assumir o lugar principal”. No tabernáculo, o lugar santo antes do Santo dos Santos também era chamado de “primeira tenda” ou “tenda anterior”. Ali os sacerdotes atuavam na presença direta do Senhor; não havia mais nada entre eles. Também isso revela a vontade do Senhor: que vivamos tão diretamente com Ele e na Sua presença, que Ele tenha o primeiro lugar em nossas vidas!

A mesma palavra grega “protos” também é usada na parábola do filho pródigo, que voltou para o pai totalmente empobrecido e com as roupas rasgadas. Então o Pai mandou lhe trazer a primeira, isto é, a melhor roupa: “Trazei depressa a melhor roupa, e vesti-o…” (Lc 15.22). Não se tratava de uma roupa de festa que o filho talvez já tivesse usado em ocasiões passadas, mas, sim, da principal roupa de festa. Deus sempre nos trata com o que Ele tem de melhor, e nós, por que não lhe damos nosso “MELHOR AMOR”, NOSSO PRIMEIRO AMOR?

O Senhor encontrou muitas coisas boas entre os cristãos da igreja em Éfeso (Ap 2.2-3), mas Ele em si não era mais o Melhor e Primeiro entre eles. O seu amor pertence primeiro ao Senhor Jesus? Ele tem prioridade absoluta em sua vida? Você realmente coloca todo o resto depois dEle em sua vida? Você se esforça para prestar atenção ao que Ele diz quando Ele procura lhe falar por meio de Sua Palavra na Bíblia, ou na pregação, a fim de ter comunhão verdadeira com Ele? Você continuaria a amar o Senhor Jesus sobre todas as coisas mesmo e perdesse tudo aquilo que lhe é mais caro? Você já aprendeu amá-lO sobre todas as coisas? Você escutou e aplicou a tempo em sua vida a advertência de Jesus para os cristãos de Éfeso? O Senhor descreveu o significado do verdadeiro amor do discipulo com estas palavras extremamente sérias: “Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo” (Lc 14.33).

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Teologia é um termo que vem do grego THEOS significando Deus, e LOGOS = “palavra”). No sentido literal é o estudo sobre DEUS ou deuses. A origem histórica desse termo nos remete à Hélade, (Grécia Antiga). Esta palavra era utilizada inicialmente para descrever o trabalho de muitos poetas, que tentavam dar uma noção de como eram os deuses. Os teólogos na Hélade eram os que faziam poesias sobre os deuses e sobre seus feitos, suas virtudes, suas emoções, sua vida particular e também seus vícios e erros, já que os deuses gregos eram deuses antropomórficos (com forma e emoções humanas). Entretanto, não era uma análise sobre os deuses e, sim, uma narração dos feitos deles que se pareciam com os feitos humanos. Somente na Idade Medieval – a Idade das Trevas – é que o termo deixou de lado o conceito poético e passou a ser considerado como assunto de inquirição existencial e filosófica. O termo “Teologia” com o tempo sofreu evolução, e passou a ser considerado o estudo das manifestações sociais de grupos em relação às divindades, de sorte que cada fé tem sua teologia própria. Como não é possível estudar Deus diretamente, como sugere o termo “Teologia, estudo de Deus”, a definição mais coerente que se pode dar ao termo é que a teologia tenta observar e estudar não Deus propriamente mas as representações sociais de Deus ou daquilo que se refere a Ele nas mais variadas culturas. No cristianismo, o estudo da teologia se dá a partir da Bíblia. O termo teologia foi usado pela primeira vez por Platão, no diálogo “A República”, para referir-se à compreensão da natureza divina de forma racional, em oposição à compreensão literária própria da poesia de sua época. Mais tarde, Aristóteles também empregou o termo em numerosas ocasiões. M. Terêncio Varrão, apresenta três tipos de teologia: a mítica, a política e a natural. Santo Agostinho tomou o conceito de teologia natural da obra de Varrão e situou-o imediatamente abaixo daquilo que denominou de Teologia Sobrenatural. Para Santo Agostinho a Teologia Sobrenatural é superior por ser baseada nos dados da revelação. A Teologia Sobrenatural, situada fora do campo de ação da Filosofia, não lhe estava subordinada, mas sim acima da filosofia. A filosofia era considerada como uma serva (ancilla theologiae) que ajudaria a teologia na compreensão de Deus. Concluindo podemos dizer que teologia e nada mais do que o estudo dos fenômenos religiosos; DEUS não pode ser objeto de estudo, então esses fenômenos são o objeto de estudo da teologia. Na tradição cristã (Agostiniana), a Teologia é organizada segundo os dados da revelação e da experiência humana. Esses dados são organizados no que se conhece como Teologia Sistemática ou Teologia Dogmática. A teologia é fortemente influenciada pelas mais diversas religiões, cada crença tem sua própria teologia, sendo assim existe a teologia hindu, a teologia budista, a teologia judaica, a teologia Católica-Romana, a teologia islâmica, a teologia protestante, a teologia mórmon, a teologia umbandista, e outras.

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Palmas das mãos ou palmas nas mãos?

Ap. 7,9. “Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestidos brancos e com palmas nas suas mãos”.

“…eis aqui uma grande multidão…” Esta multidão de “todas as nações”, com palmas nas mãos não deve ser confundida nem com a Igreja nem com Israel. Este grande ajuntamento de almas são conforme disse um dos anciãos a João os que vieram da grande tribulação: Ap. 7. 13,14.  “E um dos anciãos me falou, dizendo: Estes que estão vestidos de vestes brancas, quem são, e de onde vieram? E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro”.
O capítulo 6. 9 deste livro relata que os mártires da Grande Tribulação encontram-se “debaixo do altar”, aqui, porém, a cena mudou, e eles se encontram “diante do trono e perante o Cordeiro”. Porém, as vestes são as mesmas (6.11 e 7.9).
“…com palmas nas suas mãos”. De acordo com a simbologia profética das Escrituras, as palmas (folhas de palmeiras) simbolizavam vitória e paz. Esta é  a interpretação que podemos depreender da passagem de (Jo 12.12-13), quando entrou em Jerusalém o Príncipe da Paz . Os romanos usavam a folha de palmeira, como um símbolo de vitória. Nesse sentido também podemos pensar que Israel estivesse comemorando sua vitória e libertação do jugo romano com o próprio símbolo romano (A PALMA) já que naquele momento entrava em Jerusalém o “Rei dos judeus”! (João 12.12,13). No dia seguinte, ouvindo uma grande multidão, que viera à festa, que Jesus vinha a Jerusalém, tomaram ramos de palmeiras, e saíram-lhe ao encontro, e clamavam: Hosana! Bendito o Rei de Israel que vem em nome do Senhor.
As palmas ou ramos de palmeiras são citados em caráter cerimonial e festivo (símbolo de alegria) com a festa dos tabernáculos (Lv 23.40), e é curioso observar que esta festa durava “sete dias” (em caráter profético, equivale aos sete anos da grande tribulação). (Lv 23.40; Nm 14.34; Ez 4.6).
No texto em foco, Ap. 7,9, as palmas são dadas em lugar de coroas para simbolizar a vitória daqueles crentes e a paz que desfrutarão no céu, não se trata como muitos pensam das palmas das mãos dos próprios que são citados em Ap. 7,9. Shalon Aleichem – Paz seja convosco,                Pastor   Luiz Antonio.

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Vamos começar avaliando a palavra Natal e o nascimento de Cristo. A palavra “Natal” quer dizer dia do nascimento, ou aniversário natalício. De onde a igreja Católica a tirou? Com certeza não foi do Novo Testamento, Não foi da Bíblia nem dos primeiros apóstolos que foram instruídos por Cristo, porque “o Natal não era comemorado entre as festas da Igreja primitiva! Mas de onde vem esta cultura? Os primeiros indícios da festa provêm do Egito! Sobre “Dia do Natal”, Origenes, um dos patriarcas católicos, reconheceu a seguinte verdade: ” Não há registro nas Sagradas Escrituras de que alguém tenha comemorado uma festa, ou realizado um grande banquete no dia do seu aniversário. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes), se rejubilaram grandemente com o dia em que nasceram neste mundo.” A celebração se originou no século V, quando a Igreja Ocidental deu ordem, para que fosse celebrada para sempre esta festa no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo.” Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Jesus nem sequer nasceu na estação do inverno que é em dezembro! Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho. (Lucas 2:8) Isto nunca poderia ter acontecido na Judéia no mês de dezembro. Os pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral no mais tardar até o dia 15 de outubro, para protegê-los do frio e da estação chuvosa que se seguia. Veja Cantares de Salomão 2:11/ Esdras 10:9-13. A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. Se Deus desejasse que guardássemos e comemorássemos o nascimento de Cristo, Ele não teria ocultado tão completamente a data exata. O dia do natal coincide com a data da festividade da brumária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o nascimento do “Novo Sol”. As festividades pagãs, Saturnália e Brumária estavam arraigadas demais nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã. Estas festas pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias, e agradavam tanto os cristãos quanto os pagãos. Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente próximo, protestaram contra o modo Indecoroso com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã esta festividade pagã. Constantino, imperador do século IV (336) fez profissão pública de fé cristã, e colocou o cristianismo no mesmo nível do paganismo, então o mundo romano passou a aceitar esse cristianismo popularizado pelo imperador. Porém, lembre-se que eles haviam sido criados em costumes pagãos, e celebravam festas pagãs dentre as quais a de 25 de dezembro era a mais importante celebrando o dia mais curto do ano e o nascimento do deus Sol. Ninguém queria renunciá-la em favor de um cristianismo real! E assim foi que “o Natal” se enraizou em nosso mundo Ocidental! A ORIGEM DESTA FESTA PAGÃ – Natal é a principal tradição do sistema corrupto e pagão denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sob o nome de Babilônia. (falta espaço neste jornal para falar com detalhes sobre a ligação da Igreja Católica Romana moderna e a Babilônia Antiga). Seu início e origem remontam à antiga Babilônia de Ninrode! Suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio! Ninrode (“Marad” que significa, ele se rebelou, rebelde), neto de Cão, filho de Noé (Gn 10:8-11), foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo – Sistema de Competição Organizado – sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com a própria mãe, cujo nome era Semíramis. Depois da morte de Ninrode, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar de Ninrode da morte para uma nova vida. (Por acaso isso te lembra a árvore de natal)? Todo ano, no dia do aniversário de nascimento de Ninrode Semíramis alegava que ele visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal”! Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no “Divino Filho do Céu”. Por gerações neste culto idólatra, Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “Virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. É este espírito que o cristão invoca ao enfeitar sua casa no natal e ao colocar uma árvore de natal dentro de seu lar! O Presépio é uma continuação desse culto, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontramos seus equivalentes. Não se engane há um espírito do mal por trás de toda essa comemoração. No Egito sempre se acreditou que o filho de Isis (nome egípcio da “Rainha do Céu”) nascera em 25 de dezembro. O próprio Jesus nunca celebrou seu nascimento, os apóstolos e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar seu nascimento, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição, que nos proporcionou a Vida (ICo. 11:24-26; Jo. 13:14-17). PAPAI NOEL – Será “Papai Noel”, uma criação pagã. O nome “Papai Noel” vem de “São Nicolau” um bispo romano que viveu no século V. A Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, diz o seguinte: “São Nicolau, foi bispo de Mira, e um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro. Diz se que o costume de dar presentes as escondidas no dia de São Nicolau 6 de dezembro originou-se da lenda de sua dádiva oferecida às escondidas às três filhas de um cidadão empobrecido”, o que mais tarde foi transferido para o dia de Natal e perdura até hoje. Daí a associação do Natal com São Nicolau (Papai Noel), cuja idéia central é fazê-lo substituir Papai do Céu. Durante o ano os pais castigam suas crianças por falarem mentira, e na época de Natal contam-lhes a maior das mentiras. A ÁRVORE DE NATAL – As idéias referentes a árvores sagradas são muito antigas, como já vimos! Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípcios eram as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália festa ao sol celebrada em 25 de dezembro. O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado (árvore sagrada). A árvore de natal moderna vem da cultura que Semíramis disseminou como já vimos. TROCA DE PRESENTES – E a troca de presentes, será que é bíblica? Talvez você diga, pelo menos isso a Bíblia permite, já que os Reis magos do Oriente deram presentes quando Cristo nasceu!” Da biblioteca sacra vol. 12, páginas 153-155, quero citar o seguinte: “A troca de presentes entre amigos é característica tanto do Natal quanto da Saturnália e foi adotada do mundo pagão pelos cristãos”. O fato é que este costume de trocar presentes com familiares e amigos, que se apegou ao povo durante a época de Natal, não tem nada de cristianismo. Isto não comemora o nascimento de Cristo, isso é puro PAGANISMO. Os Reis magos não deram ofertas a Jesus por ser seu dia de nascimento, ou para nos dar exemplo para trocarmos presentes, mas porque Ele era Rei dos Judeus! E o costume ditava que se ofertasse alguma dádiva quando se visitasse um REI, como a Rainha de Sabá fez ao visitar Salomão e como as autoridades modernas o fazem ao visitar um chefe de Estado. Eles deram o presente a Cristo e não a qualquer outro! E quanto ao amigo secreto? O amigo secreto de hoje é uma atualização do ritual nórdico de trocar presentes, onde esperavam o amanhecer para trocar presentes e nesta troca diziam: que você jamais se esqueça dos deuses sobre nós. E o presente trocado era para eternizar o pacto. Finalizando, eu sei que você deve estar em choque a esta altura e é direito seu crer ou não em tudo isto que escrevi! Mas o bom é que como eu fiz você também pode fazer: pesquisar e chegar à mesma conclusão que eu cheguei, e se você fosse escrever este artigo que eu escrevi talvez as palavras fossem as mesmas. Eu sei do risco que minha popularidade corre por estragar tua festa de natal, mas vale a pena! Se orares Deus te dará discernimento em tudo. Você pode dizer que não comemora o natal para honrar o deus sol, mas se comemora é exatamente isto o que estas fazendo! se quiseres fugir do que leste faça-o, mas repito o espírito do natal é pagão e não cristão! Leia Deut.12,1-2,30-32. Agora você não é mais inocente quanto à festividade do natal iniciada na babilônia! Você como cristão não deve comemorar o natal, pois não é bíblico, mas lembrar de Cristo todos os dias!

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Penguntas sobre Deus.

Olá pessoal, irmãos e amigos, obrigado por visitar o meu blog, o que se segue abaixo é uma resposta enviada a um amigo nosso, leitor do blog que está escrevendo um livro sobre a origem da vida. Ele nos enviou quatro perguntas que eram suas dúvidas e que possivelmente será a dúvida de outros, por isso publicamos a resposta aqui, espero que seja útil. Parabéns a todos que se dedicam a escrever, sei como é difícil, e o nosso amigo pegou uma empreitada dificílima, escrever sobre a “ORIGEM DA VIDA”. Acho que ele deu um passo muito certo ao querer saber sobre Deus por que Nele reside a vida e Ele é o Criador de toda a vida, e ninguém jamais poderá discorrer sobre a vida se não conhecer o criador dela! O Evangelho Segundo João capítulo 1 versículos de 1 a 3 diz: 1 NO princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. 4 Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. Quero começar com esta declaração do próprio Deus YHWH: Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas, Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me entender e me conhecer, que eu sou o SENHOR, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR. Jeremias 9,23-24. É Ele mesmo quem afirma através do profeta Jeremias que é possível conhecê-lo e inclusive nos incita a fazê-lo. Salmo 145,18 diz: Perto está o SENHOR de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade. Deus quer revelar-se aos que o invocam em verdade. Enquanto escrevo pra você estou me lembrando do Rei Inca Pachacuti que adorava INTI o deus sol, e certo dia olhando para INTI e reverenciando-o, uma nuvem entrou na frente de Intí e este não pode mais aquecer Pachacuti, então ele se perguntou: se INTI fosse um deus a nuvem não teria poder de impedir sua luz e calor! Sabe quando é que o homem descobre Deus? Quando ele questiona com sinceridade! Não questionar Deus, mas questionar sobre Deus. Porque a coisa criada não pode questionar aquele que a criou: veja o que diz o profeta Isaías: Ai daquele que contende com o seu Criador! O caco entre outros cacos de barro! Porventura dirá o barro ao que o formou: Que fazes… (Isaías 45:9). Eu não vou contar toda a história do Rei Inca Pachacuti aqui, mas você poderá ler parte dela no livro “O Fator Melquisedeque” de Don Richardson.

Tentando responder, biblicamente claro, as perguntas que você fez quero começar te fazendo entender que Deus é uma pessoa logo a pergunta que você fez: O QUE É DEUS, não tem cabimento para nós cristãos, porque para nós Deus não é uma coisa, e sim uma pessoa. Então vamos deixar de lado esta e vamos para a próxima pergunta:

QUEM É DEUS? Tudo o que responderei aqui terá base bíblica, pois para nós cristãos não há outra fonte de informação sobre Deus , origem da vida, ser humano etc. Ok? Vamos começar tentando responder “QUEM É DEUS”. Sua existência. Em parte alguma as Escrituras tratam de provar a existência de Deus mediante provas formais. Deus é reconhecido como fato auto-evidente e como crença natural do homem. As Escrituras em parte alguma propõem uma série de provas da existência de Deus como preliminar à fé. As Escrituras declaram Deus como um fato e chamam o homem a aventurar-se na fé. O mesmo eu faço contigo para começarmos! ” Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam. (Hebreus 11 : 6) “, este é o ponto inicial na relação entre o homem e Deus, a FÉ. Vou começar tentando provar que Ele não é uma coisa ou uma energia e que jamais Deus se confundirá com suas criaturas; eu quero começar mostrando que Ele enquanto pessoa tem Nome, sentimentos, age, etc. Quando Moisés subiu ao Monte Sinai, com o objetivo de conhecer o Deus de seus pais face a face, e tendo Deus lhe comissionado a ir ao Egito, para de lá tirar o povo do domínio de Faraó e o conduzir à Terra de Canaã, Moisés na sua intrepidez e ousadia, falou dizendo: “Eis que, indo eu aos filhos de Israel e lhes dizendo: O Deus de vossos pais me enviou a vós outros;” e eles me perguntarem: Qual é o seu nome? Que lhes direi? Êxodo, 3:13. E Deus Pai, compreendendo o arrazoamento de Moisés pois que, cada povo tinha o seu próprio deus, e mesmo o Egito tinha vários deuses, disse então o Todo-Poderoso: “EU SOU O QUE SOU ”. Dirás aos filhos de Israel: “EU SOU ME ENVIOU A VÓS”. E disse Deus ainda mais a Moisés: Assim dirás: “YAHWEH, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, o Deus de Jacó me enviou a vós; este é o meu Nome eternamente, e assim serei lembrado de geração em geração”. Êxodo 3:14,15. Foi justamente ai, que ficou conhecido o Nome Divino. Deus é uma pessoa que fala com Moisés, revela sentimento ao enviar Moisés para livrar seu povo do domínio Egípcio, mostra inteligência lembrando-se de Abraão, Isaque e Jacó que viveram muito tempo antes de Moisés, ou seja, mostrou características que só uma pessoa tem. Yahweh é uma palavra originária da língua hebraica, cuja língua o Pai Eterno Yahweh-Deus escolheu para comunicar-se com o seu Povo. O tetragrama YHWH (Yahweh) é originário do Verbo Hebraico HA-YAH (SER) e implica continuidade, ou aquele que subsiste por Si mesmo. O que é o que era, e o que Será para sempre, noutras palavras; O Eterno. Veja o que diz o Dicionário Bíblico Universal: “Primitivamente, sem dúvida, YHWH (o tetragrama) representava o tempo do verbo hebraico que implica continuidade, e com suas vogais se lia Yahweh. A sua significação é: “Aquele que é” ou “Aquele que será”, sugerindo plena vida com infinitas possibilidades”. Como explicar que na Divindade mesmo anterioriormente à criação do homem, que nós conhecemos como pessoa, a personalidade já existia em Deus. Quando fazemos referência a Deus como personalidade, devemos lembrar que a personalidade ou a pessoa de Deus está em um nível muito superior ao que facilmente poderíamos explicar. O que eu estou tentando fazer é um atrevimento, pois como o finito poderá explicar o infinito? Abordar este mistério da personalidade divina é uma tarefa difícil, e quando nos atrevemos a fazê-lo estamos entrando num universo deverás culto, difícil, mas também gratificante e de nível superior. Muitos hoje em dia dizem: “Creio num Deus, mas não num Deus pessoal”. Eles acham que o “algo” misterioso que eles chamam de Deus criador de todas as coisas deve ser mais do que uma pessoa, ou até não ser pessoa! Bom, que fique claro e definido que a pessoalidade de Deus está em nível superior, como já disse, pois ELE possui uma mente superconciente e que ELE ainda não é e não será compreendido perfeitamente por nós. Deus, ainda que seja pessoa está além da personalidade. É claro que eu sei que muitos crentes e os não-crentes na maioria, realmente pensam em Deus como algo impessoal; isto é, como algo que é menos do que pessoal. É importante ter em mente que nós só somos pessoa porque Deus é pessoa antes de nós, pois ele nos criou à sua imagem e semelhança, lembra?! E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. (Gênesis 1:26) Se estivermos procurando algo pessoal ou superpessoal, algo que seja mais do que uma pessoa, então não será uma questão de escolher, Deus é a única opção disponível, ele é “pessoa” e nós só somos pessoa porque ELE é primeiro. Quem é Deus? Deus é o ser supremo; o espírito infinito e eterno, criador e preservador do Universo eu poderia cansar você apresentando cerca de 450 nomes e títulos pelos quais Yahweh Deus é conhecido nas Escrituras. Tem coisas que não dá pra explicar, e você só entenderá sentindo! Para saber de fato quem é Deus, se Ele é ou não é realmente uma pessoa, se é bom etc. você terá de provar! Provai, e vede que o SENHOR é bom; bem-aventurado o homem que nele confia. (Salmos 34 : 8). Sabe o que mais Ele é? A causa do sem fim é a existência do infinito A causa da eternidade é a existência do eterno A causa do espaço ilimitado é onipresença A causa do poder é onipotência A causa da sabedoria é a onisciência A causa da personalidade é o pessoal A causa das emoções é o emocional A causa da vontade é a volição A causa da ética é a moral A causa da espiritualidade é o espiritual A causa da beleza é a estética A causa da retidão é a santidade A causa do amar é o amor A causa da vida é a existência Tudo isto é Deus, tudo isto está em Deus. A melhor definição é: “Deus é Espírito, infinito, eterno e imutável em seu ser, sabedoria, poder, santidade, justiça, bondade e verdade.”

QUAL É A COMPOSIÇÃO DE DEUS? Bom aqui me parece que você está querendo uma explicação química para o que é Deus, mas como já disse Deus não é “O QUE”, mas “QUEM”, pois Ele é uma pessoa. Começando com a resposta dada por João evangelista, quanto à sua composição: DEUS É ESPÍRITO, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade. (João 4: 24). Deus transcendente à nossa condição finita, por isso temos dificuldade de entendê-lo. Ele não é formado por carne e sangue como nós, Ele é um SER espiritual, Eterno, Infinito, e tantas outras qualidades que Lhe poderíamos dar. Agora é claro que surge outra pergunta para elucidar a primeira: “o que é um ESPÍRITO? Vamos recorrer a uma fonte fidedigna: Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho. (Lucas 24: 39) As palavras acima são do Senhor Jesus, e ele nos introduz ao assunto explicando qual não é a composição de um espírito e deixa claro que eles não são feitos de carne, sangue e osso como nós, logo se Deus é Espírito Ele também não tem em sua composição carne, sangue e osso. O Espírito Humano. O espírito é aquela parte pela qual temos comunhão com Deus e somente pela qual podemos adorá-lo. Como é o espírito humano o responsável pela comunicação com Deus ele pode ser denominado de o ELEMENTO DA CONSCIÊNCIA DE DEUS. Como definição geral do termo a palavra espírito vem do hebraico “RUASH” da qual se deriva o vocábulo Grego “PNEUMA” que se traduz por espírito, literalmente significa o movimento dinâmico do AR, porém quando falamos do espírito humano estamos falando da parte interior do homem que é invisível, imortal, porém muito real. E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e SOPROU em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. (Gênesis 2: 7) O espírito humano é a sede legal da VIDA em todos os sentidos. A palavra espírito ocorre cerca de 400 vezes no antigo testamento e 385 vezes no Novo. Referindo-se àquela parte do homem que tem conhecimento, E que habita dentro do Homem (corpo). Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus. I Cor. 2,11. O espírito representa a natureza maior do homem e rege de modo elevado o caráter do homem, o espírito procura reger o homem segundo o conceito de Deus, tentando transformá-lo cada dia na verdadeira imagem e semelhança do Pai, a fim de cumprir sua missão. Eu me atrevo a definir a missão do espírito humano ajudado por Deus com as palavras de I Tess. 5,23: E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso SENHOR Jesus Cristo. Jesus disse certa vez: Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca. (Mateus 26: 41) O Espírito na verdade pode ser considerado como aquela parte do homem que é consciente e preparada, cuja missão primária é levar o homem a Deus. Três poderes específicos regem no espírito do homem, O INTELÉCTO A FEIÇÃO E A VONTADE. · O intelecto é a parte que lhe capacita a faculdade de julgar, recordar, imaginar e raciocinar. · A feição lhe capacita a sensibilidade de sentir dor, prazer, ódio, amor e outros sentimentos. · A vontade capacita o ser humano para o dever de escolher; de rejeitar o mal e aceitar o bem conforme seu livre arbítrio. No tocante à vida o Espírito Humano é responsável pela vida consciente do homem desde sua formação e nascimento até a morte. O espírito humano bem como o próprio Deus que é espírito são compostos de uma substância imaterial, porém real, e é claro que me falta eloqüência e provas bíblicas para prová-lo. Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho. Luc. 24,39. O homem é possuidor de um corpo, uma alma e um espírito (Soma, Psychê e Pneuma) que juntos formam o SER HUMANO. O homem não subsiste fora desse contexto: corpo alma e espírito. Só se separam estas partes para efeito de estudo, mas o homem será condenado em sua constituição tríplice ou será salvo de igual modo. Jamais será admitida a idéia de o corpo e alma serem lançados na condenação do inferno enquanto o espírito volta a Deus que o deu. Ademais é sabido como comprova o texto abaixo que o espírito humano também peca ainda que sua missão seja a de lavar o homem a Deus. ORA, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus. (II Coríntios 7: 1) Porque onde há inveja e espírito faccioso aí há perturbação e toda a obra perversa. (Tiago 3: 16). Finalizando como seria de se esperar, Deus é Espírito e como tal não é composto por substâncias que conhecemos ou possamos explicar.

ONDE ESTÁ DEUS? Deus está numa dimensão na qual, decerto, temos dificuldade e não pequena de entender! Mas vamos tentar explicar. Deus está no Céu. Ele não vive na nossa dimensão embora pode enchê-la com sua onipresença. Esconder-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? Diz o SENHOR. Porventura não encho eu os céus e a terra? Diz o SENHOR. (Jeremias 23: 24). Como nós temos nossas casas construídas por nossas próprias mãos, Deus também tem a dele, O Céu. Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados; no dia em que o SENHOR Deus fez a terra e os céus, (Gênesis 2: 4). Os céus são os céus do SENHOR; mas a terra a deu aos filhos dos homens. (Salmos 115: 16) A bíblia usa um plural para CÉU, vou explicar. No texto original hebraico a palavra para céus é “shamayim”. A terminação “im” indica o plural. Isso pretende mostrar que há mais do que somente um céu. Na bíblia distinguem-se pelo menos três céus: o céu inferior (auronos), o céu intermediário (mesoranios) e o céu superior (eporanios). Por céu inferior entendemos o céu atmosférico, que envolve a terra com ar, nuvens e vapor. O céu intermediário é o céu planetário, o céu das estrelas, chamado também o céu astronômico, e além desse céu está o céu superior que na Escritura é também chamado “céu dos céus”. É ai que Deus mora, é ai onde Ele está. Este “céu dos céus” ou paraíso de Deus não é atingível com nossa tecnologia, ele está fora do nosso alcance, não se chega a ele com aviões, ou naves espaciais, as sondas lançadas pela NASA nunca o cruzaram! Ele é real, tem moradores dos quais o mais ilustre é Deus, mas está fora da dimensão material, está na dimensão espiritual. Irão para lá os salvos, aqueles que receberem Jesus como Salvador de suas almas, o que você pode fazer ainda hoje! Mesmo quem vai para lá não sabe onde é; digo o endereço, alguém virá nos buscar: E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão… Lucas 16.22. Evangelho de João capítulo 14 versículos 1,2,3 diz: NÃO se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. I Tessalonicenses 4,17,17. Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus ouve-nos; aquele que não é de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos nós o espírito da verdade e o espírito do erro. (I João 4: 6) Meu caro espero ter te ajudado, boa sorte e que a Paz do Senhor Jesus seja contigo, e com tua família, “Shalon Ahemah”, a expressão é hebraica e quer dizer: “Paz e Prosperidade”.

Pastor Luiz Antonio

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A Pessoa de Deus

 

Como explicar a unidade e a diversidade que se acham na Trindade? Como explicar que na Trindade mesmo anterioriormente a criação do homem, que nós conhecemos como pessoa, a personalidade já existia na Divindade. Certamente a Trinda¬de acarreta um mistério, mas como observou Mortimer Adler, um dentre os grandes filósofos e magistrados de nosso tempo, seria de esperar que todo conhecimento de Deus trouxesse duas coisas: clareza rudimentar e um mistério legítimo. Obviamente, pode-se levantar uma questão legítima sobre se existe uma triplicidade e uma unicidade sem ferir o sentido dessas palavras. Devemos ter em mente que, quando fazemos referência a Deus como personalidade, devemos lembrar que a personalidade ou a pessoa de Deus está em um nível muito superior ao que facilmente poderiamos explicar. Deus está numa dimensão na qual, decerto, temos dificuldade e não pequena de entender como ele pode transcender a finidade e, ainda assim, continuar sendo pessoal?! Abordar este misterio da personalidade divina é uma tarefa dificil, e quando nos atrevemos a fazê- lo estamos entrando num universo deverás culto, dificil, mas também gratificante e de nível superior Muitos hoje em dia dizem: “Creio num Deus, mas não num Deus pessoal”. Eles acham que o “algo” misterioso que eles chamam de Deus criador de todas as coisas deve ser mais do que uma pessoa, ou até não ser pessoa! Bom, que fique claro e definido que a pessoalidade de Deus está em nivel superior pois ELE possui uma mente superconciente e que ELE ainda não é e não será compreeedido perfeitamente por nós. Deus, ainda que seja pessoa está além da personalidade. É calro que eu sei que muitos crentes e os nao-crentes na maioria, realmente pensam em Deus como algo impessoal; isto é, como algo que é menos do que pessoal. É imprtante ter em mente que nós só somos pessoa porque Deus é pessoa antes de nós sermos, pois ele nos criou à sua imagem e semelhança, lembra?! E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. (Gênesis 1 : 26) Se estivermos procurando algo pessoal ou superpessoal, algo que seja mais do que uma pessoa, então não será uma questão de escolher, Deus é a única opção disponível, ele é “pessoa” e nós só somos porque ELE é primeiro. Deixa eu complicar, Você sabe que pode mover-se de três maneiras no espaço, para a esquerda ou direita, para trás ou para diante, para cima ou para bai¬xo. Toda direção é uma dessas três ou uma conciliação entre elas. Este conceito é chamado de as três dimensões. Se você usar só uma dimen¬são, poderá traçar somente uma linha reta. Se usar duas, poderá tra¬çar uma figura: digamos, um quadrado. E o quadrado é feito de qua¬tro linhas retas. Agora, um passo além. Se você tiver as três dimensões, poderá construir o que denominamos um corpo sólido: digamos, um cubo, algo como um dado. E o cubo é feito de seis quadrados. Você entende a ideia? Um mundo de uma só dimensão seria um mundo de linhas retas. Muitas pessoas estão neste mundo entendendo que Deus seja impessoal e limitado. Num mundo bidimensional você ainda tem linhas retas, mas muitas linhas compõem uma figura. Este é o mundo das pessoas que pensam em Deus como vivo mas não como pessoa. Num mundo tridimensional, você continua tendo figuras, mas muitas figuras for-mam um corpo sólido. As pessoas que estão no mundo tridimencional são pessoas que conhecem Deus e sabem que ele é uma pessoa. Noutras palavras, conforme você avança a níveis mais reais e mais complexos, você não deixa para trás as coisas que encontrou nos níveis mais simples; você ainda as tem, mas em novas combinações, combinações que você não poderia imaginar, se conhecesse apenas os níveis mais simples. Quero tentar trazer as pessoas do primeiro e segundo níveis para um nível superior, o nivel onde elas poderão ver Deus como uma pessoa; que ama, que sente, que fala, que se ira etc, tudo isso são qualidades de uma pessoa. Deus é uma pessoa porque tem estas qualidades, ou melhor nós também as temos porque ELE tem primeiro nós somos cópia da pesssoa DELE e não ao contário. Isto nos ajuda a ter uma compreensão significativa, mas fraca, de como o conceito de personalidade se aplica a Deus. Deus transcendente à nossa condição finita, por isso temos dificuldade de entende-lo como pessoa! Nós somos pessoa no sentido limitado e Deus o é no sentido ilimitado. Esta doutrina é uma grande complexidade, contudo, sei que você é capaz de reter a simplicidade significativa que há nela. Ou seja, se Deus é capaz de exprimir sentimentos claro fica que ele é uma pessoa! e não uma energia ou força ativa. Falando de Deus estamos falando da “unidade”. Mas é claro que na complexa unidade que chamamos de Deus está implicita a idéia de “Diversidade”: A Trindade. A essência (Deus) é “una” a “Pessoa” (cada pessoa da trindade, Pai YHWH, filho YESHUA, e Espirito Santo RUAH HAKODESH) é trina. Shalon Adonai, boa sorte.

                                                                                                                                                                                                                            Por Pastor Luiz Antonio

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Vamos começar avaliando a palavra Natal e o nascimento de Cristo. A palavra “Natal” quer dizer dia do nascimento, ou aniversário natalício. De onde a igreja Católica a tirou? Com certeza não foi do Novo Testamento, Não foi da Bíblia nem dos primeiros apóstolos que foram instruídos por Cristo, porque “o Natal não era comemorado entre as festas da Igreja primitiva! Mas de onde vem esta cultura? Os primeiros indícios da festa provêm do Egito! Sobre “Dia do Natal”, Origenes, um dos patriarcas católicos, reconheceu a seguinte verdade: ” Não há registro nas Sagradas Escrituras de que alguém tenha comemorado uma festa, ou realizado um grande banquete no dia do seu aniversário. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes), se rejubilaram grandemente com o dia em que nasceram neste mundo.” A celebração se originou no século V, quando a Igreja Ocidental deu ordem, para que fosse celebrada para sempre esta festa no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo.” Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Jesus nem sequer nasceu na estação do inverno que é em dezembro! Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho. (Lucas 2:8) Isto nunca poderia ter acontecido na Judéia no mês de dezembro. Os pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral no mais tardar até o dia 15 de outubro, para protegê-los do frio e da estação chuvosa que se seguia. Veja Cantares de Salomão 2:11/ Esdras 10:9-13.

A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. Se Deus desejasse que guardássemos e comemorássemos o nascimento de Cristo, Ele não teria ocultado tão completamente a data exata. O dia do natal coincide com a data da festividade da brumária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o nascimento do “Novo Sol”. As festividades pagãs, Saturnália e Brumária estavam arraigadas demais nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã. Estas festas pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias, e agradavam tanto os cristãos quanto os pagãos. Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente próximo, protestaram contra o modo Indecoroso com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã esta festividade pagã. Constantino, imperador do século IV (336) fez profissão pública de fé cristã, e colocou o cristianismo no mesmo nível do paganismo, então o mundo romano passou a aceitar esse cristianismo popularizado pelo imperador. Porém, lembre-se que eles haviam sido criados em costumes pagãos, e celebravam festas pagãs dentre as quais a de 25 de dezembro era a mais importante celebrando o dia mais curto do ano e o nascimento do deus Sol. Ninguém queria renunciá-la em favor de um cristianismo real! E assim foi que “o Natal” se enraizou em nosso mundo Ocidental!

A ORIGEM DESTA FESTA PAGÃ – Natal é a principal tradição do sistema corrupto e pagão denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sob o nome de Babilônia. (falta espaço neste jornal para falar com detalhes sobre a ligação da Igreja Católica Romana moderna e a Babilônia Antiga). Seu início e origem remontam à antiga Babilônia de Ninrode! Suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio! Ninrode (“Marad” que significa, ele se rebelou, rebelde), neto de Cão, filho de Noé (Gn 10:8-11), foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo – Sistema de Competição Organizado – sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com a própria mãe, cujo nome era Semíramis. Depois da morte de Ninrode, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar de Ninrode da morte para uma nova vida. (Por acaso isso te lembra a árvore de natal)? Todo ano, no dia do aniversário de nascimento de Ninrode Semíramis alegava que ele visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal”! Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no “Divino Filho do Céu”. Por gerações neste culto idólatra, Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “Virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. É este espírito que o cristão invoca ao enfeitar sua casa no natal e ao colocar uma árvore de natal dentro de seu lar! O Presépio é uma continuação desse culto, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontramos seus equivalentes. Não se engane há um espírito do mal por trás de toda essa comemoração. No Egito sempre se acreditou que o filho de Isis (nome egípcio da “Rainha do Céu”) nascera em 25 de dezembro. O próprio Jesus nunca celebrou seu nascimento, os apóstolos e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar seu nascimento, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição, que nos proporcionou a Vida (ICo. 11:24-26; Jo. 13:14-17).

PAPAI NOEL – Será “Papai Noel”, uma criação pagã. O nome “Papai Noel” vem de “São Nicolau” um bispo romano que viveu no século V. A Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, diz o seguinte: “São Nicolau, foi bispo de Mira, e um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro. Diz se que o costume de dar presentes as escondidas no dia de São Nicolau 6 de dezembro originou-se da lenda de sua dádiva oferecida às escondidas às três filhas de um cidadão empobrecido”, o que mais tarde foi transferido para o dia de Natal e perdura até hoje. Daí a associação do Natal com São Nicolau (Papai Noel), cuja idéia central é fazê-lo substituir Papai do Céu. Durante o ano os pais castigam suas crianças por falarem mentira, e na época de Natal contam-lhes a maior das mentiras.

A ÁRVORE DE NATAL – As idéias referentes a árvores sagradas são muito antigas, como já vimos! Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípcios eram as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália festa ao sol celebrada em 25 de dezembro. O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado (árvore sagrada). A árvore de natal moderna vem da cultura que Semíramis disseminou como já vimos.

TROCA DE PRESENTES – E a troca de presentes, será que é bíblica? Talvez você diga, pelo menos isso a Bíblia permite, já que os Reis magos do Oriente deram presentes quando Cristo nasceu!” Da biblioteca sacra vol. 12, páginas 153-155, quero citar o seguinte: “A troca de presentes entre amigos é característica tanto do Natal quanto da Saturnália e foi adotada do mundo pagão pelos cristãos”. O fato é que este costume de trocar presentes com familiares e amigos, que se apegou ao povo durante a época de Natal, não tem nada de cristianismo. Isto não comemora o nascimento de Cristo, isso é puro PAGANISMO. Os Reis magos não deram ofertas a Jesus por ser seu dia de nascimento, ou para nos dar exemplo para trocarmos presentes, mas porque Ele era Rei dos Judeus! E o costume ditava que se ofertasse alguma dádiva quando se visitasse um REI, como a Rainha de Sabá fez ao visitar Salomão e como as autoridades modernas o fazem ao visitar um chefe de Estado. Eles deram o presente a Cristo e não a qualquer outro! E quanto ao amigo secreto? O amigo secreto de hoje é uma atualização do ritual nórdico de trocar presentes, onde esperavam o amanhecer para trocar presentes e nesta troca diziam: que você jamais se esqueça dos deuses sobre nós. E o presente trocado era para eternizar o pacto. Finalizando, eu sei que você deve estar em choque a esta altura e é direito seu crer ou não em tudo isto que escrevi! Mas o bom é que como eu fiz você também pode fazer: pesquisar e chegar à mesma conclusão que eu cheguei, e se você fosse escrever este artigo que eu escrevi talvez as palavras fossem as mesmas. Eu sei do risco que minha popularidade corre por estragar tua festa de natal, mas vale a pena! Se orares Deus te dará discernimento em tudo. Você pode dizer que não comemora o natal para honrar o deus sol, mas se comemora é exatamente isto o que estas fazendo! se quiseres fugir do que leste faça-o, mas repito o espírito do natal é pagão e não cristão! Leia Deut.12,1-2,30-32. Agora você não é mais inocente quanto à festividade do natal iniciada na babilônia! Você como cristão não deve comemorar o natal, pois não é bíblico, mas lembrar de Cristo todos os dias!

Por Pastor Luiz Antonio!

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