Arquivo da categoria: Antroplogia Teológica

Será que o Natal é Bíblico?

Vamos começar avaliando a palavra Natal e o nascimento de Cristo. A palavra “Natal” quer dizer dia do nascimento, ou aniversário natalício. De onde a igreja Católica a tirou? Com certeza não foi do Novo Testamento, Não foi da Bíblia nem dos primeiros apóstolos que foram instruídos por Cristo, porque “o Natal não era comemorado entre as festas da Igreja primitiva! Mas de onde vem esta cultura? Os primeiros indícios da festa provêm do Egito! Sobre “Dia do Natal”, Origenes, um dos patriarcas católicos, reconheceu a seguinte verdade: ” Não há registro nas Sagradas Escrituras de que alguém tenha comemorado uma festa, ou realizado um grande banquete no dia do seu aniversário. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes), se rejubilaram grandemente com o dia em que nasceram neste mundo.” A celebração se originou no século V, quando a Igreja Ocidental deu ordem, para que fosse celebrada para sempre esta festa no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo.” Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Jesus nem sequer nasceu na estação do inverno que é em dezembro! Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho. (Lucas 2:8) Isto nunca poderia ter acontecido na Judéia no mês de dezembro. Os pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral no mais tardar até o dia 15 de outubro, para protegê-los do frio e da estação chuvosa que se seguia. Veja Cantares de Salomão 2:11/ Esdras 10:9-13. A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. Se Deus desejasse que guardássemos e comemorássemos o nascimento de Cristo, Ele não teria ocultado tão completamente a data exata. O dia do natal coincide com a data da festividade da brumária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o nascimento do “Novo Sol”. As festividades pagãs, Saturnália e Brumária estavam arraigadas demais nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã. Estas festas pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias, e agradavam tanto os cristãos quanto os pagãos. Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente próximo, protestaram contra o modo Indecoroso com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã esta festividade pagã. Constantino, imperador do século IV (336) fez profissão pública de fé cristã, e colocou o cristianismo no mesmo nível do paganismo, então o mundo romano passou a aceitar esse cristianismo popularizado pelo imperador. Porém, lembre-se que eles haviam sido criados em costumes pagãos, e celebravam festas pagãs dentre as quais a de 25 de dezembro era a mais importante celebrando o dia mais curto do ano e o nascimento do deus Sol. Ninguém queria renunciá-la em favor de um cristianismo real! E assim foi que “o Natal” se enraizou em nosso mundo Ocidental! A ORIGEM DESTA FESTA PAGÃ – Natal é a principal tradição do sistema corrupto e pagão denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sob o nome de Babilônia. (falta espaço neste jornal para falar com detalhes sobre a ligação da Igreja Católica Romana moderna e a Babilônia Antiga). Seu início e origem remontam à antiga Babilônia de Ninrode! Suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio! Ninrode (“Marad” que significa, ele se rebelou, rebelde), neto de Cão, filho de Noé (Gn 10:8-11), foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo – Sistema de Competição Organizado – sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com a própria mãe, cujo nome era Semíramis. Depois da morte de Ninrode, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar de Ninrode da morte para uma nova vida. (Por acaso isso te lembra a árvore de natal)? Todo ano, no dia do aniversário de nascimento de Ninrode Semíramis alegava que ele visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal”! Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no “Divino Filho do Céu”. Por gerações neste culto idólatra, Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “Virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. É este espírito que o cristão invoca ao enfeitar sua casa no natal e ao colocar uma árvore de natal dentro de seu lar! O Presépio é uma continuação desse culto, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontramos seus equivalentes. Não se engane há um espírito do mal por trás de toda essa comemoração. No Egito sempre se acreditou que o filho de Isis (nome egípcio da “Rainha do Céu”) nascera em 25 de dezembro. O próprio Jesus nunca celebrou seu nascimento, os apóstolos e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar seu nascimento, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição, que nos proporcionou a Vida (ICo. 11:24-26; Jo. 13:14-17). PAPAI NOEL – Será “Papai Noel”, uma criação pagã. O nome “Papai Noel” vem de “São Nicolau” um bispo romano que viveu no século V. A Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, diz o seguinte: “São Nicolau, foi bispo de Mira, e um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro. Diz se que o costume de dar presentes as escondidas no dia de São Nicolau 6 de dezembro originou-se da lenda de sua dádiva oferecida às escondidas às três filhas de um cidadão empobrecido”, o que mais tarde foi transferido para o dia de Natal e perdura até hoje. Daí a associação do Natal com São Nicolau (Papai Noel), cuja idéia central é fazê-lo substituir Papai do Céu. Durante o ano os pais castigam suas crianças por falarem mentira, e na época de Natal contam-lhes a maior das mentiras. A ÁRVORE DE NATAL – As idéias referentes a árvores sagradas são muito antigas, como já vimos! Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípcios eram as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália festa ao sol celebrada em 25 de dezembro. O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado (árvore sagrada). A árvore de natal moderna vem da cultura que Semíramis disseminou como já vimos. TROCA DE PRESENTES – E a troca de presentes, será que é bíblica? Talvez você diga, pelo menos isso a Bíblia permite, já que os Reis magos do Oriente deram presentes quando Cristo nasceu!” Da biblioteca sacra vol. 12, páginas 153-155, quero citar o seguinte: “A troca de presentes entre amigos é característica tanto do Natal quanto da Saturnália e foi adotada do mundo pagão pelos cristãos”. O fato é que este costume de trocar presentes com familiares e amigos, que se apegou ao povo durante a época de Natal, não tem nada de cristianismo. Isto não comemora o nascimento de Cristo, isso é puro PAGANISMO. Os Reis magos não deram ofertas a Jesus por ser seu dia de nascimento, ou para nos dar exemplo para trocarmos presentes, mas porque Ele era Rei dos Judeus! E o costume ditava que se ofertasse alguma dádiva quando se visitasse um REI, como a Rainha de Sabá fez ao visitar Salomão e como as autoridades modernas o fazem ao visitar um chefe de Estado. Eles deram o presente a Cristo e não a qualquer outro! E quanto ao amigo secreto? O amigo secreto de hoje é uma atualização do ritual nórdico de trocar presentes, onde esperavam o amanhecer para trocar presentes e nesta troca diziam: que você jamais se esqueça dos deuses sobre nós. E o presente trocado era para eternizar o pacto. Finalizando, eu sei que você deve estar em choque a esta altura e é direito seu crer ou não em tudo isto que escrevi! Mas o bom é que como eu fiz você também pode fazer: pesquisar e chegar à mesma conclusão que eu cheguei, e se você fosse escrever este artigo que eu escrevi talvez as palavras fossem as mesmas. Eu sei do risco que minha popularidade corre por estragar tua festa de natal, mas vale a pena! Se orares Deus te dará discernimento em tudo. Você pode dizer que não comemora o natal para honrar o deus sol, mas se comemora é exatamente isto o que estas fazendo! se quiseres fugir do que leste faça-o, mas repito o espírito do natal é pagão e não cristão! Leia Deut.12,1-2,30-32. Agora você não é mais inocente quanto à festividade do natal iniciada na babilônia! Você como cristão não deve comemorar o natal, pois não é bíblico, mas lembrar de Cristo todos os dias!

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A Pessoa de Deus

 

Como explicar a unidade e a diversidade que se acham na Trindade? Como explicar que na Trindade mesmo anterioriormente a criação do homem, que nós conhecemos como pessoa, a personalidade já existia na Divindade. Certamente a Trinda¬de acarreta um mistério, mas como observou Mortimer Adler, um dentre os grandes filósofos e magistrados de nosso tempo, seria de esperar que todo conhecimento de Deus trouxesse duas coisas: clareza rudimentar e um mistério legítimo. Obviamente, pode-se levantar uma questão legítima sobre se existe uma triplicidade e uma unicidade sem ferir o sentido dessas palavras. Devemos ter em mente que, quando fazemos referência a Deus como personalidade, devemos lembrar que a personalidade ou a pessoa de Deus está em um nível muito superior ao que facilmente poderiamos explicar. Deus está numa dimensão na qual, decerto, temos dificuldade e não pequena de entender como ele pode transcender a finidade e, ainda assim, continuar sendo pessoal?! Abordar este misterio da personalidade divina é uma tarefa dificil, e quando nos atrevemos a fazê- lo estamos entrando num universo deverás culto, dificil, mas também gratificante e de nível superior Muitos hoje em dia dizem: “Creio num Deus, mas não num Deus pessoal”. Eles acham que o “algo” misterioso que eles chamam de Deus criador de todas as coisas deve ser mais do que uma pessoa, ou até não ser pessoa! Bom, que fique claro e definido que a pessoalidade de Deus está em nivel superior pois ELE possui uma mente superconciente e que ELE ainda não é e não será compreeedido perfeitamente por nós. Deus, ainda que seja pessoa está além da personalidade. É calro que eu sei que muitos crentes e os nao-crentes na maioria, realmente pensam em Deus como algo impessoal; isto é, como algo que é menos do que pessoal. É imprtante ter em mente que nós só somos pessoa porque Deus é pessoa antes de nós sermos, pois ele nos criou à sua imagem e semelhança, lembra?! E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. (Gênesis 1 : 26) Se estivermos procurando algo pessoal ou superpessoal, algo que seja mais do que uma pessoa, então não será uma questão de escolher, Deus é a única opção disponível, ele é “pessoa” e nós só somos porque ELE é primeiro. Deixa eu complicar, Você sabe que pode mover-se de três maneiras no espaço, para a esquerda ou direita, para trás ou para diante, para cima ou para bai¬xo. Toda direção é uma dessas três ou uma conciliação entre elas. Este conceito é chamado de as três dimensões. Se você usar só uma dimen¬são, poderá traçar somente uma linha reta. Se usar duas, poderá tra¬çar uma figura: digamos, um quadrado. E o quadrado é feito de qua¬tro linhas retas. Agora, um passo além. Se você tiver as três dimensões, poderá construir o que denominamos um corpo sólido: digamos, um cubo, algo como um dado. E o cubo é feito de seis quadrados. Você entende a ideia? Um mundo de uma só dimensão seria um mundo de linhas retas. Muitas pessoas estão neste mundo entendendo que Deus seja impessoal e limitado. Num mundo bidimensional você ainda tem linhas retas, mas muitas linhas compõem uma figura. Este é o mundo das pessoas que pensam em Deus como vivo mas não como pessoa. Num mundo tridimensional, você continua tendo figuras, mas muitas figuras for-mam um corpo sólido. As pessoas que estão no mundo tridimencional são pessoas que conhecem Deus e sabem que ele é uma pessoa. Noutras palavras, conforme você avança a níveis mais reais e mais complexos, você não deixa para trás as coisas que encontrou nos níveis mais simples; você ainda as tem, mas em novas combinações, combinações que você não poderia imaginar, se conhecesse apenas os níveis mais simples. Quero tentar trazer as pessoas do primeiro e segundo níveis para um nível superior, o nivel onde elas poderão ver Deus como uma pessoa; que ama, que sente, que fala, que se ira etc, tudo isso são qualidades de uma pessoa. Deus é uma pessoa porque tem estas qualidades, ou melhor nós também as temos porque ELE tem primeiro nós somos cópia da pesssoa DELE e não ao contário. Isto nos ajuda a ter uma compreensão significativa, mas fraca, de como o conceito de personalidade se aplica a Deus. Deus transcendente à nossa condição finita, por isso temos dificuldade de entende-lo como pessoa! Nós somos pessoa no sentido limitado e Deus o é no sentido ilimitado. Esta doutrina é uma grande complexidade, contudo, sei que você é capaz de reter a simplicidade significativa que há nela. Ou seja, se Deus é capaz de exprimir sentimentos claro fica que ele é uma pessoa! e não uma energia ou força ativa. Falando de Deus estamos falando da “unidade”. Mas é claro que na complexa unidade que chamamos de Deus está implicita a idéia de “Diversidade”: A Trindade. A essência (Deus) é “una” a “Pessoa” (cada pessoa da trindade, Pai YHWH, filho YESHUA, e Espirito Santo RUAH HAKODESH) é trina. Shalon Adonai, boa sorte.

                                                                                                                                                                                                                            Por Pastor Luiz Antonio

08 de março – Dia Internacional da Mulher

Ainda nos dias de hoje existem denominações religiosas que discriminam as mulheres, afirmando que estas não devem estar envolvidas na pregação do evangelho. Aproveitando o mês de março onde comemoramos o “Dia Internacional da Mulher”, gostaría de esclarecer “alguns” fatos bíblicos importantes sobre a importância da figura feminina na história bíblica e evangelização. Quando Jesus ordenou: “Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda a criatura”, Ele estava comissionando todos os cristãos, independente de sexo, raça ou cultura. Ao categorizar os sinais e milagres que acompanhariam o ministério da evangelização, Ele especificou: “Estes sinais seguirão OS QUE CRÊEM” (Mc 16.17). Isto incluía ambos os sexos. Jesus disse: “Aquele que crê em Mim, também fará as obras que Eu faço” (Jo 14.12), isto incluía tanto os homens como as mulheres, e temos observado um grande número de excelentes mulheres líderes que tem sido corajosas o suficiente para proverem isto. João 14.12-14 faz referência a ambos os sexos, e inclui as mulheres, SE AS MULHERES tiverem fé suficiente para crerem e agirem em conformidade com o que está escrito. Dentre os primeiros a serem revestidos com o poder do Espírito Santo, a fim de poderem se tornar testemunhas para Jesus Cristo, encontravam-se algumas mulheres, (At 2.4;1.8). Depois que Jesus subiu ao Céu, várias mulheres se encontram com os outros discípulos no Cenáculo para orarem. Muitas mulheres (embora as escrituras não digam isto especificamente), provavelmente, oraram audivelmente em público. Quando Jesus disse em Atos 1.8: “Recebereis poder depois que o Espírito Santo descer sobre vós”, esta promessa era para as mulheres também. Todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas, COM AS MULHERES” (At 1.14). Não há duvida. Dentre os que freqüentaram a primeira reunião de oração para receberem o poder prometido encontravam-se mulheres. “E TODOS foram cheios” (At 2.4). Para que? Para cumprirem Atos 1.8: “E ser-Me-eis testemunhas. Isto incluía ambos os sexos. Quando refletimos sobre o estado de supressão da mulher sob o sistema do Templo Judaico da época do Novo Testamento, e o fato de que nem ao menos se lhes permitia aproximarem-se da área de adoração, mas eram restritas ao átrio externo das mulheres, não é nenhum acidente o fato de o Espírito Santo especificar que eles estavam em “oração e súplicas com “AS MULHERES”, e “TODOS foram cheios”, a fim de que TODOS pudessem fazer a obra de evangelização. Tantos homens quanto as mulheres se reuniram na casa da mãe de João Marcos para orarem pela libertação de Pedro, (At 12.1-17). Tanto os homens como as mulheres oravam regularmente nas Igrejas neo-testamentárias. Foi por isto que o apóstolo Paulo deu instruções tanto a homens quanto às mulheres sobre como orarem (e profetizarem) em público, (I Co 11.2-16). As primeiras pessoas a receberem os missionários cristãos na Europa – Paulo e Silas – foram mulheres membros de um grupo de oração.  “E num sábado saímos da cidade e fomos à margem de um rio onde as orações estavam sendo feitas, e, nos assentamos e falamos com as mulheres que lá se encontravam” (At 16.13). Estas mulheres se tornaram os membros fundadores da Igreja de Filipos. Confira no relato de Paulo aos Filipenses 4.1-3. Nesta passagem, as mulheres são mencionadas como aquelas que “…trabalhavam com Paulo no Evangelho”. Indubitavelmente, a contenda que surgiu entre essas mulheres deveu-se a um conflito resultante dos seus papéis de liderança. Podemos citar Lídia como um grande exemplo de evangelização, uma mulher notável, a primeira pessoa européia que se converteu. “E uma certa mulher, chamada Lídia vendedora de púrpura, da cidade de Tiatira, que adorava a Deus, nos ouvia, e o Senhor lhe abriu o coração para que estivesse atenta a Paulo” (At 16.14). Aparentemente, ela era uma mulher muito rica. Ela tinha uma casa que era grande o suficiente para acomodar a sua própria família, bem como quartos de hóspedes para Paulo e Silas. “E depois que foi batizada, e a sua família também, ela nos rogou dizendo: Se me haveis julgado como sendo fiel ao Senhor, entrai em minha casa e habitai lá…” (At 16.15). Mais tarde, ao ministrar em Filipos, Paulo e Silas foram aprisionados. O terremoto os libertou, e Lídia recebeu de bom grado aqueles apóstolos surrados e feridos em sua casa para descansarem e se recuperarem. “E ao saírem da prisão, eles entraram na casa de Lídia, e quando haviam visto os irmãos, eles os confortaram e depois partiram” (At 16.40). O historiador Eusébio indica em seus escritos que ela dirigiu a Igreja de Filipos por algum tempo. Talvez Lídia fosse uma daquelas a quem este versículo se refere: “E rogo-te… ajuda àquelas mulheres que trabalharam comigo no Evangelho…” (Fp 4.3).  Lídia era, de fato, como uma mulher virtuosa de provérbios 31.A Bíblia diz que Priscila explicou ao poderoso pregador Apolo “…o caminho de Deus mais perfeitamente” (At 18.24-28) . Isto é muito surpreendente, pois Apolo é descrito como sendo “…um homem eloqüente e poderoso nas escrituras…” (At 18.24). Na Igreja de Cencréia havia uma diaconisa chamada Febe, a qual Paulo disse que “…era ajudante de muitos” (Rm 16.2). O historiador Eusébio diz que ela supervisionava duas Igrejas e viajava extensivamente em seu ministério. Teríamos muitos outros exemplos de mulheres atuando no ministério de maneira poderosa e abençoada, e é algo surpreendente quando muitas denominações religiosas dos dias atuais não permitem que as mulheres nem ao menos falem. Que no Dia das Mulheres, 08 de março, tenhamos um dia reflexivo entendendo que também elas foram comissionadas pelo Senhor Jesus Cristo. Parabéns mulheres!

Autor desconhecido.

Será que o Natal é Bíblico?

 

Vamos começar avaliando a palavra Natal e o nascimento de Cristo. A palavra “Natal” quer dizer dia do nascimento, ou aniversário natalício. De onde a igreja Católica a tirou? Com certeza não foi do Novo Testamento, Não foi da Bíblia nem dos primeiros apóstolos que foram instruídos por Cristo, porque “o Natal não era comemorado entre as festas da Igreja primitiva! Mas de onde vem esta cultura? Os primeiros indícios da festa provêm do Egito! Sobre “Dia do Natal”, Origenes, um dos patriarcas católicos, reconheceu a seguinte verdade: ” Não há registro nas Sagradas Escrituras de que alguém tenha comemorado uma festa, ou realizado um grande banquete no dia do seu aniversário. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes), se rejubilaram grandemente com o dia em que nasceram neste mundo.” A celebração se originou no século V, quando a Igreja Ocidental deu ordem, para que fosse celebrada para sempre esta festa no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo.” Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Jesus nem sequer nasceu na estação do inverno que é em dezembro! Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho. (Lucas 2:8) Isto nunca poderia ter acontecido na Judéia no mês de dezembro. Os pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral no mais tardar até o dia 15 de outubro, para protegê-los do frio e da estação chuvosa que se seguia. Veja Cantares de Salomão 2:11/ Esdras 10:9-13.

A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. Se Deus desejasse que guardássemos e comemorássemos o nascimento de Cristo, Ele não teria ocultado tão completamente a data exata. O dia do natal coincide com a data da festividade da brumária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o nascimento do “Novo Sol”. As festividades pagãs, Saturnália e Brumária estavam arraigadas demais nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã. Estas festas pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias, e agradavam tanto os cristãos quanto os pagãos. Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente próximo, protestaram contra o modo Indecoroso com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã esta festividade pagã. Constantino, imperador do século IV (336) fez profissão pública de fé cristã, e colocou o cristianismo no mesmo nível do paganismo, então o mundo romano passou a aceitar esse cristianismo popularizado pelo imperador. Porém, lembre-se que eles haviam sido criados em costumes pagãos, e celebravam festas pagãs dentre as quais a de 25 de dezembro era a mais importante celebrando o dia mais curto do ano e o nascimento do deus Sol. Ninguém queria renunciá-la em favor de um cristianismo real! E assim foi que “o Natal” se enraizou em nosso mundo Ocidental!

A ORIGEM DESTA FESTA PAGÃ – Natal é a principal tradição do sistema corrupto e pagão denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sob o nome de Babilônia. (falta espaço neste jornal para falar com detalhes sobre a ligação da Igreja Católica Romana moderna e a Babilônia Antiga). Seu início e origem remontam à antiga Babilônia de Ninrode! Suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio! Ninrode (“Marad” que significa, ele se rebelou, rebelde), neto de Cão, filho de Noé (Gn 10:8-11), foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo – Sistema de Competição Organizado – sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com a própria mãe, cujo nome era Semíramis. Depois da morte de Ninrode, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar de Ninrode da morte para uma nova vida. (Por acaso isso te lembra a árvore de natal)? Todo ano, no dia do aniversário de nascimento de Ninrode Semíramis alegava que ele visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal”! Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no “Divino Filho do Céu”. Por gerações neste culto idólatra, Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “Virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. É este espírito que o cristão invoca ao enfeitar sua casa no natal e ao colocar uma árvore de natal dentro de seu lar! O Presépio é uma continuação desse culto, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontramos seus equivalentes. Não se engane há um espírito do mal por trás de toda essa comemoração. No Egito sempre se acreditou que o filho de Isis (nome egípcio da “Rainha do Céu”) nascera em 25 de dezembro. O próprio Jesus nunca celebrou seu nascimento, os apóstolos e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar seu nascimento, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição, que nos proporcionou a Vida (ICo. 11:24-26; Jo. 13:14-17).

PAPAI NOEL – Será “Papai Noel”, uma criação pagã. O nome “Papai Noel” vem de “São Nicolau” um bispo romano que viveu no século V. A Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, diz o seguinte: “São Nicolau, foi bispo de Mira, e um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro. Diz se que o costume de dar presentes as escondidas no dia de São Nicolau 6 de dezembro originou-se da lenda de sua dádiva oferecida às escondidas às três filhas de um cidadão empobrecido”, o que mais tarde foi transferido para o dia de Natal e perdura até hoje. Daí a associação do Natal com São Nicolau (Papai Noel), cuja idéia central é fazê-lo substituir Papai do Céu. Durante o ano os pais castigam suas crianças por falarem mentira, e na época de Natal contam-lhes a maior das mentiras.

A ÁRVORE DE NATAL – As idéias referentes a árvores sagradas são muito antigas, como já vimos! Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípcios eram as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália festa ao sol celebrada em 25 de dezembro. O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado (árvore sagrada). A árvore de natal moderna vem da cultura que Semíramis disseminou como já vimos.

TROCA DE PRESENTES – E a troca de presentes, será que é bíblica? Talvez você diga, pelo menos isso a Bíblia permite, já que os Reis magos do Oriente deram presentes quando Cristo nasceu!” Da biblioteca sacra vol. 12, páginas 153-155, quero citar o seguinte: “A troca de presentes entre amigos é característica tanto do Natal quanto da Saturnália e foi adotada do mundo pagão pelos cristãos”. O fato é que este costume de trocar presentes com familiares e amigos, que se apegou ao povo durante a época de Natal, não tem nada de cristianismo. Isto não comemora o nascimento de Cristo, isso é puro PAGANISMO. Os Reis magos não deram ofertas a Jesus por ser seu dia de nascimento, ou para nos dar exemplo para trocarmos presentes, mas porque Ele era Rei dos Judeus! E o costume ditava que se ofertasse alguma dádiva quando se visitasse um REI, como a Rainha de Sabá fez ao visitar Salomão e como as autoridades modernas o fazem ao visitar um chefe de Estado. Eles deram o presente a Cristo e não a qualquer outro! E quanto ao amigo secreto? O amigo secreto de hoje é uma atualização do ritual nórdico de trocar presentes, onde esperavam o amanhecer para trocar presentes e nesta troca diziam: que você jamais se esqueça dos deuses sobre nós. E o presente trocado era para eternizar o pacto. Finalizando, eu sei que você deve estar em choque a esta altura e é direito seu crer ou não em tudo isto que escrevi! Mas o bom é que como eu fiz você também pode fazer: pesquisar e chegar à mesma conclusão que eu cheguei, e se você fosse escrever este artigo que eu escrevi talvez as palavras fossem as mesmas. Eu sei do risco que minha popularidade corre por estragar tua festa de natal, mas vale a pena! Se orares Deus te dará discernimento em tudo. Você pode dizer que não comemora o natal para honrar o deus sol, mas se comemora é exatamente isto o que estas fazendo! se quiseres fugir do que leste faça-o, mas repito o espírito do natal é pagão e não cristão! Leia Deut.12,1-2,30-32. Agora você não é mais inocente quanto à festividade do natal iniciada na babilônia! Você como cristão não deve comemorar o natal, pois não é bíblico, mas lembrar de Cristo todos os dias!

Por Pastor Luiz Antonio!

A Páscoa Pagã

A Páscoa Pagã por Pastor Luiz Antonio

A Páscoa pagã é celebrada no primeiro domingo após a primeira lua nova, após a celebração à deusa Ostara.

A Páscoa pagã está imersa nos mistérios babilônios, o mais maligno sistema idólatra já inventado por Satanás! Em todas as Escrituras proféticas, vemos Deus declarar seu julgamento final sobre a ímpia Babilônia! Mesmo assim, a cada ano, pastores cristãos celebram a Páscoa como se fosse uma festividade cristã.

Na verdade, esse dia deveria ser referido como “Domingo da Ressurreição” e não domingo de páscoa, de modo a fazer distinção da celebração pagã da deusa Ostara.

A deusa babilônica Ishtar é a deusa Ostara a quem a Páscoa [Easter] se refere. (Pagan Traditions of Holidays, pág. 9 – Tradições pagãs dos Feriados) diz: “na realidade, ela era Semíramis, mulher de Ninrode e a verdadeira fundadora dos mistérios satânicos babilônios”.

A Páscoa pagã [Easter, em inglês] — o Dia de Ishtar — é celebrada em várias culturas e religiões do mundo.

  1. Babilônia — Ishtar (Easter), também chamada Deusa da Lua
  2. Católicos — Virgem Maria (Rainha dos Céus)
  3. Chineses — Shingmoo
  4. Druidas — Virgo Paritura
  5. Egito — Ísis
  6. Efésios pagãos — Diana
  7. Etruscos — Nutria
  8. Alemães (antigos) — Herta
  9. Gregos — Afrodite / Ceres
  10. Índia — Isi / Indrani
  11. Judeus apóstatas antigos — Astarte (Rainha dos Céus)
  12. Roma — Vênus / Fortuna
  13. Escandinavos — Disa
  14. Sumérios — Nana

    (“America’s Occult Holidays”, Doc Marquis and Sam Pollard. pg 13)

Os babilônios celebravam o dia como o retorno de Ishtar, a deusa da Primavera. Esse dia celebrava o renascimento da Natureza e da deusa da Natureza.

De acordo com uma lenda babilônica, um grande ovo caiu dos céus no rio Eufrates e a deusa Ishtar (Easter moderna) eclodiu de dentro dele. Mais tarde, surgiu uma versão que incluía um ninho, em que o ovo pôde ser incubado até eclodir. Um cesto de palha ou vime era produzido para colocar o ovo da Páscoa (o ovo de Ishtar).

A Procura do Ovo de Páscoa Escondido foi criada porque, se alguém encontrasse o ovo enquanto a deusa estava “renascendo”, ela concederia uma benção especial ao felizardo! Como essa era uma festividade alegre da primavera, os ovos eram pintados com as cores brilhantes da primavera.

O Coelho da Páscoa

“O totem da deusa, a lua-lebre, punha ovos para as crianças comportadas comerem… a lebre da Páscoa era a forma como os celtas imaginavam a superfície da lua cheia…” (Pagan Traditions of Holidays, pg 10).

Assim, “Easter” — Eostre ou Ishtar — era uma deusa da fertilidade. Visto que o coelho é uma criatura que procria rapidamente, ele simbolizava o ato sexual e a deusa. (É só você se lembrar da revista playboy, qual é seu símbolo?)

O ovo simbolizava “nascimento” e “renovação”; juntos, o coelho da Páscoa e o ovo de Páscoa simbolizam o ato sexual.

Assim, é realmente uma questão espiritual muito séria quando as igrejas cristãs incorporam os “Ovos da Ressurreição” como parte da celebração da Páscoa.

Na melhor das hipóteses, essas igrejas estão confundindo as mentes de suas crianças, obscurecendo a linha divisória entre os símbolos pagãos e seus significados e o significado cristão do Dia da Ressurreição.

As crianças que participam dos “Ovos da Ressurreição” na igreja serão condicionadas mais tarde em suas vidas a aceitarem a tradição pagã que envolve os mesmos símbolos.

No pior caso, a igreja que participa na tradição da Páscoa pagã promovendo os “Ovos da Ressurreição” e talvez uma Procura ao Ovo de Páscoa Escondido, é culpada de combinar o cristianismo com o paganismo.

“Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei, e eu serei para vós Pai e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.” (Efésios 6:17-18).

Outros Ingredientes Pagãos

Oferendas de Páscoa — São derivadas da tradição em que os sacerdotes e sacerdotisas traziam oferendas para os templos pagãos para a deusa da primavera (Ishtar).

Eles traziam flores frescas da primavera e doces para colocar no altar da deusa que adoravam. Eles também assavam um bolo de passas, decorando-o com cruzes para simbolizar a cruz de Wotan; essas cruzes não eram originalmente a cruz de Jesus Cristo. Esse é outro caso em que Satanás falsificou uma tradição pagã que poderia mais tarde ser passada como “cristã” em uma igreja seriamente comprometida com a sincretização (Mistura).

De fato, o primeiro caso de Bolo de Frutas Secas pode ser rastreado até cerca de 1500 AC, até Cecrops, o fundador de Atenas (Marquis, pg 18).

Nas celebrações do Velho Testamento no meio do Israel apóstata, vemos mulheres irritando a Deus porque assavam esses bolos para oferecê-los em adoração à Rainha dos Céus (Jeremias 44:17-18 e Oséias 3:1).

A nota de rodapé para esse título “Rainha dos Céus” no Amplified Bible Commentary (Comentário bíblico ampliado) diz: “Uma deusa da fertilidade, provavelmente o título babilônio para Ishtar. Ela é identificada com o planeta Vênus. As oferendas para essa deusa incluíam bolos feitos na forma de uma estrela”.

Mais tarde os pagãos usaram não só a forma da estrela Pentalfa como também o bolo de frutas secas.

Outra oferenda popular a Ishtar eram as roupas novas, feitas ou compradas! Os sacerdotes usavam seus melhores trajes, enquanto virgens usavam vestidos brancos novos. Elas também usavam algo para cobrir as cabeças, como chapéus de palha ou toucas de tecido e muitas se adornavam com grinaldas de flores da primavera. Elas carregavam cestos de vime cheios de doces e alimentos para oferecerem aos deuses pagãos.

Quaresma

O Tempo da Quaresma é o período do ano litúrgico que antecede a Páscoa cristã, sendo celebrado por algumas igrejas cristãs, dentre as quais a Católica, a Ortodoxa, a Anglicana, a Luterana. A expressão Quaresma é originária do latim, quadragésima dies (quadragésimo dia).

A Quaresma na celebração pagã era uma celebração da morte de Tamuz; a lenda diz que ele foi morto por um javali selvagem aos quarenta anos. Portanto, a Quaresma celebra um dia para cada ano de vida de Tamuz (America’s Occult Holidays – feriados ocultistas da América de Doc Marquis e Sam Pollard).

Os participantes deviam expressar seu pesar pela morte precoce de Tamuz pranteando, jejuando e se autoflagelando.

A Quaresma era também uma celebração que durava por exatamente quarenta dias antes da páscoa, (Ishtar) e outras deusas pelas seguintes culturas: babilônica, católicos romanos, curdos, mexicanos, Israel antigo.

Podemos ver a ira de Deus sobre essa celebração da Quaresma em Ezequiel 8:14-18:

14  E levou-me à entrada da porta da casa do SENHOR, que está do lado norte, e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando por Tamuz. 15  E disse-me: Vês isto, filho do homem? Ainda tornarás a ver abominações maiores do que estas. 16  E levou-me para o átrio interior da casa do SENHOR, e eis que estavam à entrada do templo do SENHOR, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do SENHOR, e com os rostos para o oriente; e eles, virados para o oriente adoravam o sol. (adoração ao sol é natal, como publiquei em nosso jornal de dez/2008) 17  Então me disse: Vês isto, filho do homem? Há porventura coisa mais leviana para a casa de Judá, do que tais abominações, que fazem aqui? Havendo enchido a terra de violência, tornam a irritar-me; e ei-los a chegar o ramo ao seu nariz. 18  Por isso também eu os tratarei com furor; o meu olho não poupará, nem terei piedade; ainda que me gritem aos ouvidos com grande voz, contudo não os ouvirei. (Ezequiel 8:14-18).

O julgamento de Deus sobre essa comemoração é descrito em Ezequiel 9, um capítulo que sugerimos que você leia atentamente, porque Deus declara que punirá de modo similar qualquer nação que não ouvir e obedecer seus mandamentos (Jeremias 12:17).

 

Compilado por Pastor Luiz Antonio.

Será que o Natal é Bíblico?

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Será que o Natal é Bíblico?

Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo? Será que Jesus nasceu mesmo em 25 de dezembro? Será que os primeiros apóstolos que conheciam e foram ensinados por Jesus  pessoalmente, celebraram o seu aniversário em 25 de dezembro? Será que alguma vez o celebraram em qualquer outro dia?  Se o Natal é uma das maiores festas cristãs, por que será que todos os pagãos o celebram também? Você sabe?
Por que nessa época se troca tantos presentes com familiares, parentes e amigos? Será que é por causa dos reis magos que trouxeram e ofertaram presentes ao menino Jesus?

 Vamos começar avaliando palavra Natal e o nascimento de Cristo. Continuar lendo Será que o Natal é Bíblico?

Tricotomia

O Homem corpo alma e espirito

 

Tricotomia – A tricotomia Humana.

Conforme os irmãos da EB da sede da IPRR pediram, ai está!

Ao longo do tempo em que tenho ministrado aulas de escola bíblica e estudos em vários temas para as igrejas de Deus, ainda estou pra ver um assunto que cause mais dúvida do que este: Antropologia Teológica, e mais especificamente o estudo do homem na sua composição tríplice, corpo alma e espírito. Portanto para tentar amenizar esta dúvida resolvi escrever este artigo e publicá-lo aqui.

O homem, a imagem de Deus

E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. (Gênesis 1: 26)  E Adão viveu cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e pôs-lhe o nome de Sete. (Gênesis 5: 3)  A semelhança é o caráter moral diferente e separável da substância, e foi perdida na queda.A imagem, porém é a substância espiritual da alma e não pode ser perdida. Em outras palavras mesmo a alma tendo pecado permanece com sua forma (imagem) original. Tal qual o corpo que depois da queda permaneceu com a mesma forma, sofrendo somente a perda do privilégio de uma vida sem fim com Deus no corpo. Visto que antes do pecado não havia morte.Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram. (Rom 5: 12)Intelectualmente o homem se parece com Deus, porque se não houvesse semelhança na intelectualidade o contato com Deus seria impossível e a comunicação jamais seria estabelecida. O homem se assemelha a Deus pelo fato de ter natureza racional e religiosa ao mesmo tempo.

A tríplice composição humana.

O corpo humano. Continuar lendo Tricotomia

Olimpíadas – A maior festa idólatra do mundo!

Na maior parte, as lendas dos povos antigos afirmam que o fogo foi enviado dos céus como dádiva divina. Na mitologia grega, Prometeu roubou o fogo dos deuses no monte Olimpo e deu-o aos humanos. O fogo era tão importante, que em algumas sociedades mantinha-se acesa uma chama perpétua. Na Grécia, muitas casas tinham uma lareira sagrada, que representava a vida ou o espírito das pessoas.

Durante os primeiros Jogos Olímpicos, em 776 a.C, realizou-se o sacrifício de cem bois a Zeus, Continuar lendo Olimpíadas – A maior festa idólatra do mundo!