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NOSSO PRIMEIRO AMOR

O QUE É O “PRIMEIRO AMOR”?

O Senhor Jesus disse à igreja de Éfeso: “Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, sobre ti virei e moverei do seu lugar o teu castiçal, caso não te arrependas” (Ap 2.4-5).

Infelizmente, essa ameaça de Jesus logo se tornou realidade. A igreja de Éfeso, que se encontrava onde hoje é a Turquia, desapareceu e não há praticamente mais nada que a lembre. No lugar onde antes brilhava a luz do Evangelho por meio da igreja local de Éfeso hoje se proclama o islamismo. Onde antes havia o “candeeiro” da Palavra de Deus, hoje estão as mesquitas islâmicas.

A igreja tinha abandonado o primeiro amor, não voltou a ele e isso teve consequências desastrosas. Mas, afinal, o que é esse primeiro amor?

O primeiro amor pode até sofrer mudanças, mas não no sentido de diminuir repentinamente.

Na verdade, é perfeitamente normal que depois de alguns anos seguindo a Jesus, um filho de Deus não tenha mais o mesmo sentimento ou a mesma emoção do início de sua vida cristã com relação às coisas de Deus. Mas isso não significa necessariamente que agora ele ame menos a Jesus do que no início da conversão. Podemos estar no primeiro amor mesmo sem aquelas emoções que nos assaltavam a alma, sinônimo muitas vezes de imaturidade.

Em minha opinião, a expressão “primeiro amor” não se refere tanto à característica temporal, e, sim, muito mais à característica qualitativa, primeiro amor fala da importância que damos a Jesus em nossa vida e em nossos projetos. Para que o nosso amor seja considerado “primeiro Amor” o essencial é que Jesus ocupe o primeiro lugar em nossa vida, isto é, que ocupe a posição de principal e melhor.

Exemplo prático de primeiro amor: Quando um marido passa a colocar os esportes, a televisão seu hobby, seu carro, à frente de sua esposa, (mesmo que lhe seja fiel, que ainda goste muito dela, que não consiga mais imaginar sua vida sem ela e que ela continue cuidando dele o tempo todo), então ele estará dando provas de que abandonou o seu “primeiro amor” por ela. É assim também com relação à Cristo.

Quando a paixão que é aquele (Sentimento forte, movimento impetuoso da alma) e a devoção a Jesus diminuem, o primeiro amor por Ele já foi abandonado. Esse principal e melhor amor não pode ser substituído por perfeccionismo, nem por esforços e perseverança, nem evitando maus pensamentos e ações. Revelar o mal, trabalhar e sofrer para o Senhor também não resolve. Isso tudo é bom e necessário, afinal, o próprio Senhor reconhece que são atitudes elogiáveis (Ap 2.2-3); mas elas também podem partir de um hábito puramente mecânico, e ficar engessadas em formalismo e tradicionalismo, se não forem misturadas ao legítimo primeiro amor.

Deus quer nosso amor inteiro e completo, sem dividi-lo com ninguém. Nosso espírito, nosso coração e nossa alma pertencem somente a Ele. O Senhor não quer somente a honra, mas toda a devoção dos que se voltam para Ele em amor. E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento (Mt 22.37).

Em muitas igrejas tudo corre conforme os padrões bíblicos, e não há nada que se possa dizer contra elas. Ainda assim, falta o primeiro amor ao Senhor, pois a vida estruturada da igreja assumiu o lugar de Jesus Cristo. O Senhor Jesus sempre deve estar em primeiro lugar. Esse primeiro amor a Ele é que deve impulsionar o que fazemos por Ele, e não o contrário. Penso que era isso que Jesus estava querendo dizer aos cristãos da igreja em Éfeso: para eles, agir em nome do Senhor vinha antes, e o amor profundo a Jesus estava só em segundo lugar; a rotina descompromissada tinha passado acima da vida espiritual.

Um exemplo de primeiro amor por Jesus: Lemos em Lucas 10.38-42: E aconteceu que, indo eles de caminho, entrou Jesus numa aldeia; e certa mulher, por nome Marta, o recebeu em sua casa;

E tinha esta uma irmã chamada Maria, a qual, assentando-se também aos pés de Jesus, ouvia a sua palavra.

Marta, porém, andava distraída em muitos serviços; e, aproximando-se, disse: Senhor, não se te dá de que minha irmã me deixe servir só? Dize-lhe que me ajude.

“E respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; E Maria escolheu a melhor parte, a qual não lhe será tirada.”

Marta empenhou tudo para que Jesus fosse recebido dignamente com a melhor comida e bebida, e com certeza não fez isso sem amor. Mesmo assim, o Senhor precisou adverti-la; mas sua irmã Maria foi elogiada pelo Mestre. Devemos fazer uma coisa sem deixar a outra de lado, nossas prioridades devem estar na ordem certa. Esse acontecimento mostra que Maria escolheu a atitude melhor, o que nos dá um exemplo do “primeiro amor” a Jesus. Importa primeiro sentar aos Seus pés, ouvir a Sua palavra e reconhecer a Sua vontade. Esse primeiro amor ao Filho de Deus não existe sem que a Sua vontade seja feita. Mais tarde, a mesma Maria derramou o unguento precioso sobre os pés de Jesus. João 12.3 nos relata essa ação: “Então, Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, mui precioso, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos; e encheu-se toda a casa com o perfume do bálsamo”. Maria “escolheu a boa parte”, a melhor, a superior, “e esta não lhe será tirada”.

Que contraste com as palavras de Jesus: “Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor”. O primeiro amor havia sumido e por isso a igreja de Éfeso corria perigo de perder sua luminosidade. No exemplo acima, quem você acha que brilha mais? Marta ou Maria? Não adianta servir Jesus como Marta e não dar atenção! Maria era toda ouvidos para as palavras de Jesus.

A visita de Jesus à casa de Maria e Marta e o ato de amor de Maria mostram claramente a importância que o Senhor dá à dedicação completa de todo o nosso amor a Ele, ao nosso viver com Ele e a partir dEle e ao serviço devotado que brota dessa ligação vital. O princípio é este: primeiro amor profundo a Jesus e só então serviço em Seu favor.

Em outras palavras: Ele precisa ser o primeiro em nossas vidas. O Senhor Jesus expressou dessa forma radical a seriedade absoluta com que encara esse primeiro amor a Ele: “Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim” (Mt 10.37).

A palavra grega para “primeiro” é “protos”, que se refere menos à importância cronológica e mais à importância qualitativa. ASSIM, O “PRIMEIRO” AMOR É O “MELHOR” AMOR.

Por derivação “protos” é “lugar de honra”, “líder”, “ser o primeiro” ou “assumir o lugar principal”. No tabernáculo, o lugar santo antes do Santo dos Santos também era chamado de “primeira tenda” ou “tenda anterior”. Ali os sacerdotes atuavam na presença direta do Senhor; não havia mais nada entre eles. Também isso revela a vontade do Senhor: que vivamos tão diretamente com Ele e na Sua presença, que Ele tenha o primeiro lugar em nossas vidas!

A mesma palavra grega “protos” também é usada na parábola do filho pródigo, que voltou para o pai totalmente empobrecido e com as roupas rasgadas. Então o Pai mandou lhe trazer a primeira, isto é, a melhor roupa: “Trazei depressa a melhor roupa, e vesti-o…” (Lc 15.22). Não se tratava de uma roupa de festa que o filho talvez já tivesse usado em ocasiões passadas, mas, sim, da principal roupa de festa. Deus sempre nos trata com o que Ele tem de melhor, e nós, por que não lhe damos nosso “MELHOR AMOR”, NOSSO PRIMEIRO AMOR?

O Senhor encontrou muitas coisas boas entre os cristãos da igreja em Éfeso (Ap 2.2-3), mas Ele em si não era mais o Melhor e Primeiro entre eles. O seu amor pertence primeiro ao Senhor Jesus? Ele tem prioridade absoluta em sua vida? Você realmente coloca todo o resto depois dEle em sua vida? Você se esforça para prestar atenção ao que Ele diz quando Ele procura lhe falar por meio de Sua Palavra na Bíblia, ou na pregação, a fim de ter comunhão verdadeira com Ele? Você continuaria a amar o Senhor Jesus sobre todas as coisas mesmo e perdesse tudo aquilo que lhe é mais caro? Você já aprendeu amá-lO sobre todas as coisas? Você escutou e aplicou a tempo em sua vida a advertência de Jesus para os cristãos de Éfeso? O Senhor descreveu o significado do verdadeiro amor do discipulo com estas palavras extremamente sérias: “Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo” (Lc 14.33).

O que é Teologia?

Teologia é um termo que vem do grego THEOS significando Deus, e LOGOS = “palavra”). No sentido literal é o estudo sobre DEUS ou deuses. A origem histórica desse termo nos remete à Hélade, (Grécia Antiga). Esta palavra era utilizada inicialmente para descrever o trabalho de muitos poetas, que tentavam dar uma noção de como eram os deuses. Os teólogos na Hélade eram os que faziam poesias sobre os deuses e sobre seus feitos, suas virtudes, suas emoções, sua vida particular e também seus vícios e erros, já que os deuses gregos eram deuses antropomórficos (com forma e emoções humanas). Entretanto, não era uma análise sobre os deuses e, sim, uma narração dos feitos deles que se pareciam com os feitos humanos. Somente na Idade Medieval – a Idade das Trevas – é que o termo deixou de lado o conceito poético e passou a ser considerado como assunto de inquirição existencial e filosófica. O termo “Teologia” com o tempo sofreu evolução, e passou a ser considerado o estudo das manifestações sociais de grupos em relação às divindades, de sorte que cada fé tem sua teologia própria. Como não é possível estudar Deus diretamente, como sugere o termo “Teologia, estudo de Deus”, a definição mais coerente que se pode dar ao termo é que a teologia tenta observar e estudar não Deus propriamente mas as representações sociais de Deus ou daquilo que se refere a Ele nas mais variadas culturas. No cristianismo, o estudo da teologia se dá a partir da Bíblia. O termo teologia foi usado pela primeira vez por Platão, no diálogo “A República”, para referir-se à compreensão da natureza divina de forma racional, em oposição à compreensão literária própria da poesia de sua época. Mais tarde, Aristóteles também empregou o termo em numerosas ocasiões. M. Terêncio Varrão, apresenta três tipos de teologia: a mítica, a política e a natural. Santo Agostinho tomou o conceito de teologia natural da obra de Varrão e situou-o imediatamente abaixo daquilo que denominou de Teologia Sobrenatural. Para Santo Agostinho a Teologia Sobrenatural é superior por ser baseada nos dados da revelação. A Teologia Sobrenatural, situada fora do campo de ação da Filosofia, não lhe estava subordinada, mas sim acima da filosofia. A filosofia era considerada como uma serva (ancilla theologiae) que ajudaria a teologia na compreensão de Deus. Concluindo podemos dizer que teologia e nada mais do que o estudo dos fenômenos religiosos; DEUS não pode ser objeto de estudo, então esses fenômenos são o objeto de estudo da teologia. Na tradição cristã (Agostiniana), a Teologia é organizada segundo os dados da revelação e da experiência humana. Esses dados são organizados no que se conhece como Teologia Sistemática ou Teologia Dogmática. A teologia é fortemente influenciada pelas mais diversas religiões, cada crença tem sua própria teologia, sendo assim existe a teologia hindu, a teologia budista, a teologia judaica, a teologia Católica-Romana, a teologia islâmica, a teologia protestante, a teologia mórmon, a teologia umbandista, e outras.

Ap. 7,9. “Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestidos brancos e com palmas nas suas mãos”.

“…eis aqui uma grande multidão…” Esta multidão de “todas as nações”, com palmas nas mãos não deve ser confundida nem com a Igreja nem com Israel. Este grande ajuntamento de almas são conforme disse um dos anciãos a João os que vieram da grande tribulação: Ap. 7. 13,14.  “E um dos anciãos me falou, dizendo: Estes que estão vestidos de vestes brancas, quem são, e de onde vieram? E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro”.
O capítulo 6. 9 deste livro relata que os mártires da Grande Tribulação encontram-se “debaixo do altar”, aqui, porém, a cena mudou, e eles se encontram “diante do trono e perante o Cordeiro”. Porém, as vestes são as mesmas (6.11 e 7.9).
“…com palmas nas suas mãos”. De acordo com a simbologia profética das Escrituras, as palmas (folhas de palmeiras) simbolizavam vitória e paz. Esta é  a interpretação que podemos depreender da passagem de (Jo 12.12-13), quando entrou em Jerusalém o Príncipe da Paz . Os romanos usavam a folha de palmeira, como um símbolo de vitória. Nesse sentido também podemos pensar que Israel estivesse comemorando sua vitória e libertação do jugo romano com o próprio símbolo romano (A PALMA) já que naquele momento entrava em Jerusalém o “Rei dos judeus”! (João 12.12,13). No dia seguinte, ouvindo uma grande multidão, que viera à festa, que Jesus vinha a Jerusalém, tomaram ramos de palmeiras, e saíram-lhe ao encontro, e clamavam: Hosana! Bendito o Rei de Israel que vem em nome do Senhor.
As palmas ou ramos de palmeiras são citados em caráter cerimonial e festivo (símbolo de alegria) com a festa dos tabernáculos (Lv 23.40), e é curioso observar que esta festa durava “sete dias” (em caráter profético, equivale aos sete anos da grande tribulação). (Lv 23.40; Nm 14.34; Ez 4.6).
No texto em foco, Ap. 7,9, as palmas são dadas em lugar de coroas para simbolizar a vitória daqueles crentes e a paz que desfrutarão no céu, não se trata como muitos pensam das palmas das mãos dos próprios que são citados em Ap. 7,9. Shalon Aleichem – Paz seja convosco,                Pastor   Luiz Antonio.

E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará. (Mateus 24 : 12).

Com estas palavras o Mestre divino marca uma época de cumprimento profético: a nossa época.

É importante também notar que no versículo 25 do capítulo em foco Jesus está vaticinando o nosso tempo, o nosso momento na história da humanidade: “Eis que eu vô-lo tenho predito”. É estarrecedor como estas
palavras proféticas têm total cabimento em nosso tempo de inverno espiritual. Estamos vivendo uma época em que muitos estão profetizando e ensinando em nome de Jesus e enganando a muitos. Temos ouvido de guerras como ele disse no versículo 6 “E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos
assusteis, porque é mister (necessário) que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim”. Falsos profetas, tem surgido e enganado a muitos.

Mas a marca mais grave da nossa época e a descrita no versículo 12 E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará, pois ela é um sinal dentro da igreja. Um grande número de crentes não têm perseverado até ao fim para serem salvos. O inverno espiritual já matou suas almas, eles não amam mais a
Jesus como no momento em que o receberam como salvador. Eu sei que Yeshua (Jesus) profetizou no versículo 21 uma época ainda pior que esta que vivenciamos agora, ele disse: “Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver”. De novo
o Salvador avisa no versículo 25 “Eis que eu vô-lo tenho predito”. Há cerca de uns vinte anos eu preguei o Evangelho a um senhor que em resposta evasiva à minha oferta de salvação disse: Luiz eu não aceito jesus porque eu não achei uma igreja que dá certo comigo! Naquela época isso era bem verdade a igreja era
conservadora, e não havia lugar para o pecado se alojar dentro dela sem que o “Ruach Kadosh, ( Espírito Santo) o revelasse, mas hoje este homem não teria a menor dificuldade de encontrar uma igreja tão ímpia quanto ele. Chegamos à época dos falsos profetas, dos homens amantes de si mesmos, avarentos,
presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, (II Timóteo 3 : 2).  Isso
meus amados é o terrível inverno da alma.

Como está você amado irmão? Como está tua alma, ainda amas a Jesus, ou já concordas com as inovações neopentecostais da nossa era? Nosso Deus é um fogo consumidor aqueça-se nele!

Shalon Adonai, Deus abençoe a todos, Pastor Luiz Antonio.

A Páscoa pagã

A Páscoa pagã é celebrada no primeiro domingo após a primeira lua nova, essa data não tem absolutamente nada a ver com a Páscoa judaica e nem com a ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo! Em vez disso, esse dia na tradição pagã celebra o retorno de Semíramis em sua forma reencarnada da deusa da primavera. Desde a associação da Páscoa pagã com a ressurreição de Jesus, a sexta-feira santa é fixada permanentemente na sexta-feira anterior à Páscoa. A Páscoa pagã está associada aos mistérios babilônios, o mais maligno sistema idólatra já inventado por Satanás! Em todas as Escrituras proféticas, vemos Deus declarar seu julgamento final sobre a ímpia Babilônia! Todavia, a cada ano, pastores cristãos celebram a Páscoa como se fosse uma festividade cristã. A deusa babilônia Ishtar é aquela a quem a Páscoa pagã se refere (Pagan Traditions of Holidays, – Tradições pagãs dos Feriados pg 9); na realidade, a deusa babilônia Ishtar era Semíramis, mulher de Ninrode e a verdadeira fundadora dos mistérios satânicos babilônios. Depois da morte de Ninrode, Semíramis criou a lenda de que ele era na realidade seu filho divino, que nasceu quando ela ainda era virgem. Semíramis é considerada co-fundadora com Ninrode de todas as religiões ocultistas. A Páscoa pagã é na realidade o “Dia de Ishtar”! Esta deusa é reverenciada em várias culturas e religiões do mundo.
1. Na Babilônia era Ishtar, também chamada Deusa da Lua.

2. Para os Católicos é a Virgem Maria (Rainha dos Céus).

3. Para os Chineses é Shingmoo. 

4. Para os Druidas é Virgo Paritura.

5. Para os Egípcios é Ísis.

6. Para os Efésios pagãos era Diana.

7. Para os Etruscos é Nutria. 

8. Para os Gregos era Afrodite / Ceres.

9. Na Índia é Isi / Indrani

10. Para os Judeus apóstatas antigos era Astarte a (Rainha dos Céus).

12. Para os Romanos era Vênus / Fortuna. 

13. Para os Escandinavos é Disa.

14. Para os Sumérios é Nana.

(Confira as afirmações acima em “America’s Occult Holidays”, de Doc Marquis and Sam Pollard. pg 13)
Os babilônios celebravam o dia como o retorno de Ishtar , a deusa da Primavera. Esse dia celebrava o renascimento, ou reencarnação, da Natureza e da deusa da Natureza. De acordo com a lenda babilônia, um grande ovo caiu dos céus no rio Eufrates e a deusa Ishtar surgiu de dentro dele. Mais tarde, surgiu uma versão que incluía um ninho, em que o ovo pôde ser incubado até eclodir. Um cesto de palha ou vime era produzido para colocar o ovo da Páscoa [o ovo de Ishtar].  A Procura do Ovo de Páscoa Escondido foi criada porque, se alguém encontrasse o ovo enquanto a deusa estava “renascendo”, ela concederia uma bênção especial ao felizardo! Como essa era uma festividade alegre da primavera, os ovos eram pintados com as brilhantes cores da primavera. E o Coelho da Páscoa? Bom que coelhos não botam ovos, não é necessário dizer não é? Você sabe disso muito bem; estamos lidando com uma lenda aqui, e com uma lenda ocultista. Tradicionalmente, essas lendas brincam com os fatos reais. Ishtar era uma deusa da fertilidade, e visto que o coelho é uma criatura que procria rapidamente, ele simbolizava o ato sexual; (é só você se lembrar da revista pornográfica playboy, qual é seu símbolo?) o ovo simbolizava “nascimento” e “renovação”. Juntos, o coelho da Páscoa e o ovo de Páscoa simbolizam o ato sexual e o que nasceu deles: Semíramis e Tamuz.  Assim, é realmente uma questão espiritual muito séria quando as igrejas cristãs incorporam os “Ovos de Chocolate” como parte da celebração da Páscoa.  As igrejas que apóiam a páscoa com ovos de chocolate estão confundindo as mentes de suas crianças, obscurecendo a linha divisória entre os símbolos pagãos e seus significados e o significado cristão do Dia da Ressurreição. A igreja que participa na tradição da páscoa pagã pode ser considerada culpada de combinar o cristianismo com o paganismo! Lembre-se desse versículo: “Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei, e eu serei para vós Pai e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.” 

 “ Shalon Aleichem = Paz seja Convosco”, Compilado por Pastor Luiz  Antonio

“E que o lenço, que estivera sobre a cabeça de Jesus, não estava com os panos, mas enrolado num lugar à parte.” (João 20:7)
           Porque Jesus dobrou o lenço? Porque Jesus dobrou o lenço que cobria sua cabeça no sepulcro depois de sua ressurreição? 
João 20:7 nos conta que aquele lenço que foi colocado sobre a face de Jesus não foi apenas deixado de lado como os lençóis no túmulo.
            A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.
1 E NO primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro.
2  Correu, pois, e foi a Simão Pedro, e ao outro discípulo, a quem Jesus amava, e disse-lhes: Levaram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram.

3  Então Pedro saiu com o outro discípulo, e foram ao sepulcro.
4  E os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais apressadamente do que Pedro, e chegou primeiro ao sepulcro.
5  E, abaixando-se, viu no chão os lençóis; todavia não entrou. 6  Chegou, pois, Simão Pedro, que o seguia, e entrou no sepulcro, e viu no chão os lençóis,
7  E que o lenço, que tinha estado sobre a sua cabeça, não estava com os lençóis, mas enrolado num lugar à parte.
8  Então entrou também o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu, e creu. Isto é importante? Definitivamente.

Isto é significante? Sim. Para entender a significância do lenço dobrado, você tem que entender um pouco a respeito da tradição Hebraica daquela época.

O lenço dobrado tem haver com o Amo e o Servo. E todos até um menino Judeu conhecia esta tradição.
“Quando o Servo colocava a mesa de jantar para o seu Amo ele buscava ter certeza de fazê-lo exatamente da maneira que seu Amo queria”.
           A mesa era colocada perfeitamente e o Servo esperava fora da visão do Amo até que o mesmo terminasse a refeição.

O Servo não se atreveria nunca a tocar a mesa antes que o Amo tivesse terminado a refeição.

Se o Amo tivesse terminado a refeição, ele se levantaria, limparia seus dedos, sua boca e sua barba e embolaria seu lenço e o jogaria sobre a mesa.
          Naquele tempo o lenço embolado queria dizer: “Eu terminei”.

Se o Amo se levantasse, e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato, o Servo não ousaria em tocar a mesa porque o lenço dobrado queria dizer: “Eu voltarei!”

Ele está voltando! E deixou um recado !
Oro para que você seja abençoado com a paz e a alegria em saber que Ele está voltando e isso pode ser muito breve. Esteja pronto, preparado!

Vamos começar avaliando a palavra Natal e o nascimento de Cristo. A palavra “Natal” quer dizer dia do nascimento, ou aniversário natalício. De onde a igreja Católica a tirou? Com certeza não foi do Novo Testamento, Não foi da Bíblia nem dos primeiros apóstolos que foram instruídos por Cristo, porque “o Natal não era comemorado entre as festas da Igreja primitiva! Mas de onde vem esta cultura? Os primeiros indícios da festa provêm do Egito! Sobre “Dia do Natal”, Origenes, um dos patriarcas católicos, reconheceu a seguinte verdade: ” Não há registro nas Sagradas Escrituras de que alguém tenha comemorado uma festa, ou realizado um grande banquete no dia do seu aniversário. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes), se rejubilaram grandemente com o dia em que nasceram neste mundo.” A celebração se originou no século V, quando a Igreja Ocidental deu ordem, para que fosse celebrada para sempre esta festa no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo.” Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Jesus nem sequer nasceu na estação do inverno que é em dezembro! Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho. (Lucas 2:8) Isto nunca poderia ter acontecido na Judéia no mês de dezembro. Os pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral no mais tardar até o dia 15 de outubro, para protegê-los do frio e da estação chuvosa que se seguia. Veja Cantares de Salomão 2:11/ Esdras 10:9-13. A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. Se Deus desejasse que guardássemos e comemorássemos o nascimento de Cristo, Ele não teria ocultado tão completamente a data exata. O dia do natal coincide com a data da festividade da brumária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o nascimento do “Novo Sol”. As festividades pagãs, Saturnália e Brumária estavam arraigadas demais nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã. Estas festas pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias, e agradavam tanto os cristãos quanto os pagãos. Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente próximo, protestaram contra o modo Indecoroso com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã esta festividade pagã. Constantino, imperador do século IV (336) fez profissão pública de fé cristã, e colocou o cristianismo no mesmo nível do paganismo, então o mundo romano passou a aceitar esse cristianismo popularizado pelo imperador. Porém, lembre-se que eles haviam sido criados em costumes pagãos, e celebravam festas pagãs dentre as quais a de 25 de dezembro era a mais importante celebrando o dia mais curto do ano e o nascimento do deus Sol. Ninguém queria renunciá-la em favor de um cristianismo real! E assim foi que “o Natal” se enraizou em nosso mundo Ocidental! A ORIGEM DESTA FESTA PAGÃ – Natal é a principal tradição do sistema corrupto e pagão denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sob o nome de Babilônia. (falta espaço neste jornal para falar com detalhes sobre a ligação da Igreja Católica Romana moderna e a Babilônia Antiga). Seu início e origem remontam à antiga Babilônia de Ninrode! Suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio! Ninrode (“Marad” que significa, ele se rebelou, rebelde), neto de Cão, filho de Noé (Gn 10:8-11), foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo – Sistema de Competição Organizado – sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com a própria mãe, cujo nome era Semíramis. Depois da morte de Ninrode, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar de Ninrode da morte para uma nova vida. (Por acaso isso te lembra a árvore de natal)? Todo ano, no dia do aniversário de nascimento de Ninrode Semíramis alegava que ele visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal”! Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no “Divino Filho do Céu”. Por gerações neste culto idólatra, Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “Virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. É este espírito que o cristão invoca ao enfeitar sua casa no natal e ao colocar uma árvore de natal dentro de seu lar! O Presépio é uma continuação desse culto, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontramos seus equivalentes. Não se engane há um espírito do mal por trás de toda essa comemoração. No Egito sempre se acreditou que o filho de Isis (nome egípcio da “Rainha do Céu”) nascera em 25 de dezembro. O próprio Jesus nunca celebrou seu nascimento, os apóstolos e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar seu nascimento, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição, que nos proporcionou a Vida (ICo. 11:24-26; Jo. 13:14-17). PAPAI NOEL – Será “Papai Noel”, uma criação pagã. O nome “Papai Noel” vem de “São Nicolau” um bispo romano que viveu no século V. A Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, diz o seguinte: “São Nicolau, foi bispo de Mira, e um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro. Diz se que o costume de dar presentes as escondidas no dia de São Nicolau 6 de dezembro originou-se da lenda de sua dádiva oferecida às escondidas às três filhas de um cidadão empobrecido”, o que mais tarde foi transferido para o dia de Natal e perdura até hoje. Daí a associação do Natal com São Nicolau (Papai Noel), cuja idéia central é fazê-lo substituir Papai do Céu. Durante o ano os pais castigam suas crianças por falarem mentira, e na época de Natal contam-lhes a maior das mentiras. A ÁRVORE DE NATAL – As idéias referentes a árvores sagradas são muito antigas, como já vimos! Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípcios eram as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália festa ao sol celebrada em 25 de dezembro. O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado (árvore sagrada). A árvore de natal moderna vem da cultura que Semíramis disseminou como já vimos. TROCA DE PRESENTES – E a troca de presentes, será que é bíblica? Talvez você diga, pelo menos isso a Bíblia permite, já que os Reis magos do Oriente deram presentes quando Cristo nasceu!” Da biblioteca sacra vol. 12, páginas 153-155, quero citar o seguinte: “A troca de presentes entre amigos é característica tanto do Natal quanto da Saturnália e foi adotada do mundo pagão pelos cristãos”. O fato é que este costume de trocar presentes com familiares e amigos, que se apegou ao povo durante a época de Natal, não tem nada de cristianismo. Isto não comemora o nascimento de Cristo, isso é puro PAGANISMO. Os Reis magos não deram ofertas a Jesus por ser seu dia de nascimento, ou para nos dar exemplo para trocarmos presentes, mas porque Ele era Rei dos Judeus! E o costume ditava que se ofertasse alguma dádiva quando se visitasse um REI, como a Rainha de Sabá fez ao visitar Salomão e como as autoridades modernas o fazem ao visitar um chefe de Estado. Eles deram o presente a Cristo e não a qualquer outro! E quanto ao amigo secreto? O amigo secreto de hoje é uma atualização do ritual nórdico de trocar presentes, onde esperavam o amanhecer para trocar presentes e nesta troca diziam: que você jamais se esqueça dos deuses sobre nós. E o presente trocado era para eternizar o pacto. Finalizando, eu sei que você deve estar em choque a esta altura e é direito seu crer ou não em tudo isto que escrevi! Mas o bom é que como eu fiz você também pode fazer: pesquisar e chegar à mesma conclusão que eu cheguei, e se você fosse escrever este artigo que eu escrevi talvez as palavras fossem as mesmas. Eu sei do risco que minha popularidade corre por estragar tua festa de natal, mas vale a pena! Se orares Deus te dará discernimento em tudo. Você pode dizer que não comemora o natal para honrar o deus sol, mas se comemora é exatamente isto o que estas fazendo! se quiseres fugir do que leste faça-o, mas repito o espírito do natal é pagão e não cristão! Leia Deut.12,1-2,30-32. Agora você não é mais inocente quanto à festividade do natal iniciada na babilônia! Você como cristão não deve comemorar o natal, pois não é bíblico, mas lembrar de Cristo todos os dias!